"No Livro Sagrado notamos, na sua abertura, a palavra do Senhor, que assim dispôs, ante a presença da Vida, filha do Seu magnânimo amor: Faça-se a luz. E a luz se fez.
É de se notar que o nosso caminho para a Espiritualidade Maior é a luz, e essa claridade, que notadamente é a verdade, deve ser colocada em cima da mesa.
O Cristo de Deus, em todo o Seu percorrer na face da Terra, não teve outra atitude do que Se fazer Luz em todos os entendimentos humanos. O Mestre Divino falou e viveu, viveu e Se entregou à Verdade, afirmando que a Verdade nos prepara para a libertação, nos tornando livres na pauta de todas as nossas atitudes.
Compreender-se-á que Luz é sabedoria. Luz é amor, Luz é felicidade, desde quando provém das regiões celestiais. Ajuntemos todas as nossas forças na expressão da fé, para que possamos colocar a Luz da Verdade nos nossos caminhos, como sendo a escrita visível para todos observarem o que somos e o que deveremos ser.
Que Deus nos ajude a compreender o que significa Luz em nós e por nós, ante Jesus e perante Deus, na nossa consciência!
Não deves esconder a tua luz, se já a tens, com o barulho da vaidade, para não desfazeres a tua tranquilidade que provém do amor. O faça-se a Luz nos diz que não é para escondermos o que somos; também se vivemos o bem, não é preciso que a palavra o anuncie. O Sol ilumina toda a Terra no silêncio!..."
(Miramez, na obra“ASSIMILAÇÃO EVANGÉLICA”, João Nunes Maia – Espíritos diversos)
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sábado, 20 de julho de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
"NÃO VIM TRAZER PAZ, MAS ESPADA"
"Certamente que Jesus não veio trazer paz, do modo
que pensas, mas a espada. As ideias deveriam mudar, mudar para a luz do progresso espiritual, e é nestas modificações que a
ignorância altera, em suas contradições, a vivência. É neste sentido que haverá divisão entre as criaturas que convivem nos
lares. Nós mesmos, no mundo espiritual, nos reunimos por
sintonia.
Quando o amor for o móvel de certa vida, não tendo quem
a acompanha neste ideal do bem comum, haverá divisão por lei natural. Se há unidade de sentimentos, desaparecem
as separações.
Os
que negam o Evangelho são mortos de entendimentos que bem sabe o Senhor, que
eles não sabem o que fazem, sem
estarem perdidos. A morte é filha da ignorância e a vida
nasce em Deus.
Jesus
não veio destruir a lei anunciada pelos profetas, mas dar-lhe cumprimento, na
feição mais pura das leis universais de Deus para a humanidade."
domingo, 25 de novembro de 2012
"PORTAS LARGAS"
"As portas largas estão presentes em todos os movimentos das almas, como sendo as mais fáceis para serem transpostas. São elas, as portas:
do ódio,
da inveja,
da discórdia,
da ingratidão,
da usura,
do mexerico,
da desonestidade.
Enfim, de todas as facilidades que o mundo pode oferecer, como sendo o reino de César.
Porém, as portas estreitas são aquelas que os Céus nos mostram pela amplitude da caridade, com Jesus Cristo, que são:
a caridade,
a gratidão,
a benevolência,
o trabalho honesto,
a alegria cristã,
a fraternidade,
o perdão,
a amizade...
Esses apontamentos nos mostram que todas as realizações do bem podem nos levar à esperança. Se queres saber mais detalhes sobre as portas que deves escolher, consulta os livros espíritas que eles te indicarão com segurança, as portas estreitas com Jesus, para que possas salvar-te de todo o mal que se liga à ignorância.
Quando o convite te mostrar facilidades na aquisição de valores, vê se não são inspirados nas portas largas, provindas das trevas.
Vigia e ora, para não caíres nos caminhos de sofrimentos."
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
"COITADA DA FIGUEIRA"
"Além da não ser época de figos, ela morreu por maldição! Devemos ter cuidado com a letra que mata, e buscar o espírito que vive. Jesus que era e é todo amor, carinho, fraternidade e justiça, em todos os ângulos da vida, não iria amaldiçoar uma figueira, mesmo que fosse época de frutos, quanto mais, que não o era.
O Evangelho tem a sua palavra intrínseca, no seu sentido místico, e somente o amor é capaz de fazer interpretações verdadeiras.
Cada criatura é, pois, uma árvore que pode ou não dar frutos, de amor, de trabalho, de compreensão, de fraternidade... Certamente que essa alma, quando não dá frutos, demonstra estar sem substância, até resolver modificar sua capacidade interna e despertar seus dons espirituais para a sua própria grandeza.
Que o Mestre nos abençoe, para melhores entendimentos da verdade, na área do bem comum. O símbolo da figueira servir-nos-á de incentivo arregimentado na fé, que pode remover todas as nossas inferioridades, alcançando assim, os valores imperecíveis da alma.
Cada espírito representa, nesta conversa, uma figueira, e deve estar permanentemente carregado de frutos em todas as estações da Vida, para que o Mestre possa abençoá-los na multiplicação da própria vida.
Que Jesus nos abençoe sempre, para compreendermos os valores imortais dos conceitos do Evangelho."
(Lancellin, na obra “Assimilação evangélica”, de João Nunes Maia – Espíritos diversos)
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