"O Mal atua dentro do espaço de manobra que os encarnados e desencarnados, igualmente invigilantes, lhe concedem.
No entanto, sobre todos eles, o Bem governa os caminhos e intervém no instante adequado para que, indistintamente, TODOS SE ENCONTREM CONSIGO MESMOS E RETIFIQUEM SEUS ATOS."
("Despedindo-se da Terra", Lucius/André Luiz Ruiz)
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terça-feira, 27 de março de 2012
"Cada palavrão..."
"Cada palavrão desferido por uma boca frouxa, acostumada aos xingamentos como forma de desafogo, é comparável a um caminhão de lixo que verte sua caçamba no interior do ambiente, repercutindo, não apenas nas vibrações escuras que ficam reverberando pela atmosfera do lar, como atingem a cada um dos seus integrantes, na medida de suas sensibilidades, produzindo mal-estar, revolta, depressão, sofrimento, lágrima,raiva, ou desencadeando nova onda de palavras chulas que os outros possam atirar-lhe em forma de revide verbal ou mental.
Não bastando isso, a degeneração fluídica que uma única expressão é capaz de iniciar, pode abrir as portas da estrutura familiar Dará o ingresso de um sem número de Espíritos inferiores que, posicionados nos arredores, acompanhando outras pessoas na calçada, ou mesmo perambulando sem rumo na rua, se vêem atraídos por aquele choque magnético que eles identificam como uma assinatura fluídica inferior a atraí-los para o ambiente no qual encontrarão os hábitos e assuntos a que se afeiçoaram.
Desse jeito, a casa vai sendo ocupada por todo tipo de entidades sofridas ou maldosas que, por sua vez, saem em busca de seus amigos e os trazem para a nova moradia,piorando o estado geral da vibração coletiva, produzindo um aprofundamento dos problemas psíquicos de seus membros, empesteando os fluidos ali existentes, e assessorando aqueles com os quais mantenham uma afinidade maior, por causa dos hábitos mentais descontrolados ou invigilantes de um único de seus moradores."
("Despedindo-se da Terra", Lucius/André Luiz Ruiz)
Não bastando isso, a degeneração fluídica que uma única expressão é capaz de iniciar, pode abrir as portas da estrutura familiar Dará o ingresso de um sem número de Espíritos inferiores que, posicionados nos arredores, acompanhando outras pessoas na calçada, ou mesmo perambulando sem rumo na rua, se vêem atraídos por aquele choque magnético que eles identificam como uma assinatura fluídica inferior a atraí-los para o ambiente no qual encontrarão os hábitos e assuntos a que se afeiçoaram.
Desse jeito, a casa vai sendo ocupada por todo tipo de entidades sofridas ou maldosas que, por sua vez, saem em busca de seus amigos e os trazem para a nova moradia,piorando o estado geral da vibração coletiva, produzindo um aprofundamento dos problemas psíquicos de seus membros, empesteando os fluidos ali existentes, e assessorando aqueles com os quais mantenham uma afinidade maior, por causa dos hábitos mentais descontrolados ou invigilantes de um único de seus moradores."
("Despedindo-se da Terra", Lucius/André Luiz Ruiz)
A regra da laranja
"(...)— Regra da Laranja? Nunca escutei falar dela!
—Ora, meu amigo, claro que já escutou. É aquela que fala que uma laranja estragada no meio da caixa costuma acelerar o apodrecimento das demais.
Lembrando-se de que já conhecia, Magnus balançou a cabeça e deixou que o instrutor continuasse:
— Assim, graças à regra da laranja, a maioria dos membros da família que se vê na condição de possuir, entre seus integrantes, uma pessoa difícil, intransigente, faladeira, mentirosa, intrigueira, maledicente, xingadora, ao invés de manter a qualidade dos valores e virtudes elevadas, prefere resvalar para o mesmo padrão de insanidade e, assemelhando-se à laranja podre, começa a apodrecer igualmente, tornando mais escancarado o ambiente da casa aos invasores que poluem os pensamentos e sentimentos, instaurando o desajuste geral como lei de convivência.
Por isso é que o mundo espiritual não se cansa de aconselhar a oração em família, semanalmente, como fonte de reequilíbrio e de higienização das vibrações do ambiente, atividade esta que deve ser feita de maneira natural com aqueles que aceitem dela participar."
("Despedindo-se do Terra", Lucius/André Luiz Ruiz)
—Ora, meu amigo, claro que já escutou. É aquela que fala que uma laranja estragada no meio da caixa costuma acelerar o apodrecimento das demais.
Lembrando-se de que já conhecia, Magnus balançou a cabeça e deixou que o instrutor continuasse:
— Assim, graças à regra da laranja, a maioria dos membros da família que se vê na condição de possuir, entre seus integrantes, uma pessoa difícil, intransigente, faladeira, mentirosa, intrigueira, maledicente, xingadora, ao invés de manter a qualidade dos valores e virtudes elevadas, prefere resvalar para o mesmo padrão de insanidade e, assemelhando-se à laranja podre, começa a apodrecer igualmente, tornando mais escancarado o ambiente da casa aos invasores que poluem os pensamentos e sentimentos, instaurando o desajuste geral como lei de convivência.
Por isso é que o mundo espiritual não se cansa de aconselhar a oração em família, semanalmente, como fonte de reequilíbrio e de higienização das vibrações do ambiente, atividade esta que deve ser feita de maneira natural com aqueles que aceitem dela participar."
("Despedindo-se do Terra", Lucius/André Luiz Ruiz)
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
"O Mal atua dentro do espaço..."
"O Mal atua dentro do espaço de manobra que os encarnados e desencarnados, igualmente invigilantes, lhe concedem.
No entanto, sobre todos eles, o Bem governa os caminhos e intervém no instante adequado para que, indistintamente, TODOS SE ENCONTREM CONSIGO MESMOS E RETIFIQUEM SEUS ATOS."
("Despedindo-se da Terra", Lucius/André Luiz Ruiz)
No entanto, sobre todos eles, o Bem governa os caminhos e intervém no instante adequado para que, indistintamente, TODOS SE ENCONTREM CONSIGO MESMOS E RETIFIQUEM SEUS ATOS."
("Despedindo-se da Terra", Lucius/André Luiz Ruiz)
domingo, 22 de janeiro de 2012
Ajudar
"...não se pode ajudar alguém prejudicando outrem."
("Despedindo-se da Terra", Lucius/André Luiz Ruiz)
("Despedindo-se da Terra", Lucius/André Luiz Ruiz)
"Como falar a um jovem..."
"Como falar a um jovem que possui recursos abundantes que o que ele gasta com
um carro seria suficiente para se adquirir uma casinha para a moradia de um grupo de
pessoas que não têm onde viver?
Como dizer a um homem que o valor que gasta em festas, bebidas e excessos
poderia salvar a vida de muitas pessoas que precisam de remédios simples, mas que não
tem recursos para comprá-los, enquanto ele próprio está gastando para se matar na ilusão
do prazer?
Tudo isso é notícia que vem na contramão dos interesses e, assim, não são
passíveis de serem escutadas.
Por esse motivo, com sabedoria, Jesus afirmava ao seu tempo:
É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico
entrar no reino dos céus. (MT,cap.19 v.24)"
("Despedindo-se da Terra", Lucius/André Luiz Ruiz)
um carro seria suficiente para se adquirir uma casinha para a moradia de um grupo de
pessoas que não têm onde viver?
Como dizer a um homem que o valor que gasta em festas, bebidas e excessos
poderia salvar a vida de muitas pessoas que precisam de remédios simples, mas que não
tem recursos para comprá-los, enquanto ele próprio está gastando para se matar na ilusão
do prazer?
Tudo isso é notícia que vem na contramão dos interesses e, assim, não são
passíveis de serem escutadas.
Por esse motivo, com sabedoria, Jesus afirmava ao seu tempo:
É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico
entrar no reino dos céus. (MT,cap.19 v.24)"
("Despedindo-se da Terra", Lucius/André Luiz Ruiz)
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