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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

"MENSAGEM DE ALERTA"

"Com instruções dos benfeitores Espirituais para a organização de um novo livro de anotações e ensinamentos, o Grupo Meimei, ao término dos serviços da noite, começou a recolher, como de hábito, através da mediunidade do companheiro Francisco Cândido Xavier, o material destinado a esse fim, com a visita do respeitável instrutor Antônio Luiz Sayão, inolvidável pioneiro do Espiritismo no Brasil, que pronunciou a comovente mensagem que se segue, alusiva às nossas necessidades de vigilância.
Irmãos:
Permaneçamos na paz de Nosso Senhor Jesus.
O acicate das provações necessárias fere o mundo.
O avanço da inteligência moderna mais se assemelha a rude sarcasmo, tributando a Civilização com vexames e calamidades de toda espécie.
O homem, efetivamente, multiplicou os poderes da máquina que lhe soluciona variados problemas da luta material, mas sofre o escárnio desse avanço, visto que o imenso progresso industrial, que lhe assinala a experiência de agora, mais lhe destaca a miserabilidade do espírito, acelerando-lhe a corrida para os desastres e crises de toda ordem.
Registrando o apontamento, não temos o gosto de manejar a picareta derrotista, nem somos profetas do pessimismo ou da decadência.
Compreendemos o sofrimento individual e coletivo como imposição natural e justa de que não nos é lícito escapar, tanto quanto, na existência comum, ninguém foge ao serviço da limpeza, se pretende evoluir ou preservar-se.
Não há tempestade sem benefício, como não existe noite sem alvorada.
Desejamos apenas comentar com os nossos irmãos de fé a necessidade de mais ampla assimilação do Evangelho em nossas linhas de atividade.
O título de espírita, atualmente, vale por cristão redivivo, envolvendo a inadiável obrigação de socorro ao mundo.
E todos nós, que já recebemos, por mercê do Senhor, o conhecimento da Justiça Divina, através da reencarnação, e a certeza da imortalidade da alma, constituímos, em nome do Mestre, vasta frente de servidores com o dever de ajudar a Humanidade que se debate no caos.
Para que estejamos, porém, investidos do poder que semelhante mandato nos faculta, é indispensável, não apenas pregar o evangelho, mas incorporá-lo a nós mesmos, para que a nossa vida fale mais alto que as nossas palavras.
Nas vastidões obscuras das esferas inferiores, choram os soldados que perderam inadvertidamente a oportunidade da vitória. São aqueles companheiros nossos que transitaram no luminoso carreiro da Doutrina, exigindo baixasse o Céu até eles, sem coragem para o sacrifício de se elevarem até o Céu. Permutando valores eternos pelo prato de lentilhas da facilidade humana, precipitaram-se no velho rochedo da desilusão, a que se prendem pelo desespero e pelo arrependimento tardio.
E o grande conflito entre o bem e o mal continua fragoroso e terrível, concitando-nos à humildade e ao trabalho, ao amor e à renúncia.
Espíritas, irmãos de ideal, se quiserdes o triunfo nas promessas que assinastes Mais Alto, antes de empreenderdes a presente romagem no mundo, é preciso acordar para as responsabilidades de viver e de crer, lutando destemerosamente na regeneração de nós mesmos e no soerguimento moral da Terra! Guardemos a provação por bênção, o trabalho por alimento espiritual de cada dia, o obstáculo por medida de nossa confiança, a fé por nosso incessante estímulo e a consciência tranqüila por nosso melhor galardão.
A batalha neste século é decisiva para nós, espiritistas e servidores da Boa-Nova, quinhoados com a riqueza do conhecimento renovador! Aceitaremos o Cristo, libertando-nos definitivamente das trevas, ou permaneceremos nas trevas, adiando indefinidamente a nossa libertação com o Cristo.
Que Nossa Mãe Santíssima nos proteja e nos abençoe."

("Vozes do Grande Além", António Luiz Sayão/Francisco Cândido Xavier)

quarta-feira, 6 de março de 2013

"A PRECE DE CERINTO"


"Senhor de Infinita Bondade.
No santuário da oração, marco renovador do meu caminho, não Te peço por mim, Espírito
endividado, para quem reservaste os tribunais de Tua Excelsa Justiça.
A Tua compaixão é como se fora o orvalho da esperança em minha noite moral, e isto
basta, ao revel pecador que tenho sido.
Não Te peço, Senhor, pelos que choram.
Clamo por Teu amor e benefício dos que fazem as lágrimas.
Não Te venho pedir pelos que padecem.
Suplico-Te a bênção para todos aqueles que provocam sofrimento.
Não Te lembro os fracos da Terra.
Recordo-Te quantos se julgam poderosos e vencedores.
Não intercedo pelos que soluçam de fome.
Rogo-Te amor para os que lhes furtam o pão.
Senhor Todo-Bondoso!...
Não Te trago os que sangram de angústia.
Relaciono diante de Ti os que golpeiam e ferem.
Não Te peço pelos que sofrem injustiças.
Rogo-Te pelos empreiteiros do crime.
Não Te apresento os desprotegidos da sorte.
Sugiro Teu amparo aos que estendem a aflição e a miséria.
Não Te imploro mercê para as almas traídas.
Exorto-Te o socorro para os que tecem os fios envenenados da ingratidão.
Pai compassivo!...
Estende as mãos sobre os que vagueiam nas trevas...
Anula o pensamento insensato.
Cerra os lábios que induzem à tentação.
Paralisa os braços que apedrejam.
Detém os passos daqueles que distribuem a morte...
Ajuda-nos a todos nós, filhos do erro, porque somente assim, ó Deus piedoso e justo,
poderemos edificar o paraíso do bem com todos aqueles que já Te compreendem e obedecem,
extinguindo o inferno daqueles que, como nós, se atiram desprevenidos, aos insanos
torvelinhos do mal!..."
(Cerinto, na obra "Vozes do Grande Além", Autores Diversos/Francisco Cândido Xavier)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

"A PALAVRA DE JESUS"


"Reunião de 6 de outubro de 1955.

Na parte final de nossas tarefas, tivemos a alegria de ouvir Meimei, a nossa abnegada
irmã de sempre, que nos falou, comovida, sobre a palavra de Jesus.


Meus irmãos.
Deus nos abençoe.
A palavra do Cristo é a luz acesa para encontrarmos na sombra terrestre, em cada minuto
da vida, o ensejo divino de nossa construção espiritual.
Erguendo-a, vemos o milagre do pão que, pela fraternidade, em nós se transforma, na
boca faminta, em felicidade para nós mesmos.
Irradiando-a, descobrimos que a tolerância por nós exercida se converte nos semelhantes
em simpatia em nosso favor.
Distribuindo-a, observamos que o consolo e a esperança, o carinho e a bondade, veiculados
por nossas atitudes e por nossas mãos, no socorro aos companheiros mais ignorantes e
mais fracos, neles se revelam por bênçãos de alegria, felicitando-nos a estrada.
Geme a Terra, sob o pedregulho imenso que lhe atapeta os caminhos...
Sofre o homem sob o fardo das provações que lhe aguilhoam a experiência.
E assim como a fonte nasce para estender-se, desce o dom inefável de Jesus sobre nós
para crescer e multiplicar-se.
Levantemos, cada hora, essa luz sublime para reerguer os que caem, fortalecer os que
vacilam, reconfortar s que choram e auxiliar os que padecem.
O mundo está repleto de braços que agridem e de vozes que amaldiçoam.
Seja a nossa presença junto dos outros algo do Senhor inspirando alegria e segurança.
Não nos esqueçamos de que o tempo é um empréstimo sagrado e quem se refere a tempo
diz oportunidade de ajudar para ser ajudado, de suportar para ser suportado, de balsamizar
as feridas alheias para que as nossas feridas encontrem remédio e sacrificarmo-nos pela vitória
do bem, para que o bem nos conduza à definitiva libertação.
Nós que tantas vezes temos abusado das horas para impor, aos que nos seguem, o Reino
do Senhor, à força de reprovações e advertências, saibamos edificá-lo em nós próprios, no
silêncio do trabalho e da renúncia, da humildade e do amor.
Meus irmãos, no seio de todos os valores relativos e instáveis da existência humana, só
uma certeza prevalece – a certeza da morte, que restitui às nossas almas os bens ou os males
que semeamos nas almas dos outros.
Assim, pois, caminhemos com Jesus, aprendendo a amar sempre, repetindo com Ele,
em nossas proveitosas dificuldades de cada dia: - “Pai Nosso, seja feita a vossa vontade, assim
na Terra como nos Céus.”
(Meimei, na obra "Vozes do Grande Além", Autores Diversos/Francisco Cândido Xavier)

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

"CALÚNIA"


"Na noite de 8 de março de 1956, tivemos nossa atenção voltada para o triste relato do Espírito A. Ferreira que, ocupando os recursos psicofônicos do médium, nos ofertou significativa lição com respeito à calúnia, conforme as suas experiências.


De todas as potências do corpo humano, a língua será talvez aquela que mais nos reclama a vigilância.

Por ela, começa a glória da cultura nos cinco continentes, mas, através dela, igualmente principiam todas as guerras que atormentam o mundo.

Por ela, irradia-se o mel de nossa ternura, mas também, através dela, derrama-nos o fel da cólera.

Muitas vezes é fonte que refresca e muitas outras é fogo que consome.

Em muitas ocasiões, é ferramenta que educa e, em muitas circunstâncias, é lamina portadora da destruição ou da morte.

Sou uma das vítimas da língua, não conforme acontece na existência humana, em que os caluniados caem na Terra para se erguerem no Céu, em sublime triunfo, mas, segundo os padrões da vida real, em que os caluniadores que triunfaram entre os homens experimentam, além, do sepulcro, a extrema derrota do espírito.

Determinam nossos amigos espirituais vos ofereça minha história.

Contá-la-ei, sintetizando tanto quanto possível, para não fatigar-vos a atenção.

Há quase trinta anos, nossa família, chefiada por pequeno comerciante, no varejo do Rio, era serena e feliz.

Em casa, éramos quatro pessoas.

Nossos pais, Afrânio e o servidor que vos fala.

Entre meu irmão e eu, contudo, surgiam antagonismos irreconciliáveis.

Afrânio era a bondade.

Eu era a maldade oculta.

Meu irmão era a brandura, eu era a crueldade...

Nele aparecia a luz da franqueza aberta.

Escondia-se em mim a mentira torpe.

Afrânio era a virtude, eu era o vício contumaz.

Na época em que figuro o principio de meu relato, meu irmão desposara Celina, uma jovem reta e generosa que lhe aguardava o primeiro filhinho.

Quanto a mim, entregue às libações da irresponsabilidade, encontrara na jovem Marcela, tão leviana quanto eu mesmo, uma companheira ideal para o meu clima de aventura.

Entretanto, tão logo a vi, aguardando uma criança, sob minha responsabilidade direta, abandonei-a, desapiedado, embora lhe vigiasse os menores movimentos.

Foi assim que, em nublada manhã de junho, observei um automóvel a procurar-lhe o refúgio.

Coloquei-me de atalaia, reparando o homem de fronte descoberta que lhe buscava a moradia e reconheci meu próprio mano.

Surpreso e estarrecido, dei curso aos maus sentimentos que geraram, em minhas idéias, a infâmia que passou a dominar-me a cabeça.

Encontrara, enfim - concluí malicioso -, a brecha por onde solapar-lhe a reputação, e afastei-me apressado.

Joguei e beberiquei, voltando à noite para o santuário doméstico, onde encontrei aflitiva ocorrência.

Afrânio, em se ausentando de nossa pequena loja para depositar num banco a expressiva importância de cinqüenta contos de réis - fruto de nossas economias de dois anos, para a realização do nosso velho plano de casa própria -, perdera a soma aludida, sem conseguir justificar-se.

Ouvi-lhe as alegações inquietantes, simulando preocupação, mas, dando largas aos meus projetos delituosos, arquitetei a mentira que deveria arruiná-lo.

Chamei meu pai a íntimo entendimento e envenenei-o pelos ouvidos.

Com a minha palavra fácil, teci a calúnia que serviu para impor ao meu irmão irremediável infortúnio, contando a meu pai que o vira, em companhia de mulher menos respeitável, perdendo toda a nossa fortuna numa casa de jogo, e acrescentei que observara o quadro lamentável com os meus próprios olhos.

Minha mãe e Celina, a reduzida distância, sem que eu lhes reparasse a presença, anotaram-me a punhalada verbal, e todos os nossos, dando crédito ao meu verbo delinqüente, passaram da confiança ao menosprezo, dispensando ao acusado o tratamento cruel que lhe desmantelou a existência.

Por seis dias Afrânio, desesperado, procurou debalde o dinheiro.

E, ao fim desse tempo, incapaz de resistir ao escárnio de que era vítima, preferiu o suicídio à vergonha, ingerindo o veneno que lhe roubou a vida física.

A desgraça penetrou-nos a luta diária.

Todos, menos eu, que me regozijava com a escura vingança, renderam-se à tensão e ao desespero.

Inquirida Marcela por meu pai, viemos, porém, a saber, que Afrânio lhe visitara o abrigo por solicitação dela mesma, que se achava em extrema penúria.

Nosso espanto, contudo, não ficou aí, porque findos três dias após os funerais, um chofer humilde procurou-nos, discreto, para entregar uma bolsa que trazia os documentos de Afrânio, acompanhados pelos cinqüenta contos, bolsa essa que meu irmão perdera inadvertidamente no carro que o servira.

Minha cunhada, num parto prematuro, faleceu em nossa casa.

Minha mãe, prostrada no leito, não mais se levantou e, findos três meses, após a morte dela, ralado por infinito desgosto, meu pai acompanhava-lhe os passos ao cemitério do Caju.

Achava-me, então, sozinho.

Tinha dinheiro e busquei a vida fácil, mas o remorso passara a residir em minha consciência, atormentando-me o coração.

Alcoolizava-me para esquecer, mas, entontecida a cabeça, passava a ver, junto de mim, a sombra de meus pais e a sombra de Celina, perguntando-me, agoniados:

- Caim, que fizeste de teu irmão?

A loucura que me espreitava dominou-me por fim...

Conduzido ao casarão da Praia Vermelha, ali gastei quanto possuía para, depois de um ano de suplício moral e irremediável tormento físico, abandonar os meus ossos exaustos na terra, em cujo seio, debalde, imploro consolação, porque o sofrimento e a vergonha sitiaram-me a vida, destruindo-me a paz.

Tenho amargado, através de todos os processos imagináveis, as conseqüências do meu crime.

Tenho sido um fantasma, desprezado em toda parte, sorvendo o fel e o fogo do arrependimento tardio.

Somente agora, ouvindo as lições do Evangelho, consegui acender em minhalma leves fagulhas de esperança...

E à maneira do mendigo que bate à porta do reconforto e do alívio, encontro presentemente um novo caminho para a reencarnação, que, muito breve, me oferecerá a bênção sagrada do esquecimento.

Entretanto, não sei quando poderei encontrar, de novo, meu pai e minha mãe, meu irmão e minha cunhada, credores em meu destino, para resgatar, diante deles, o debito imenso que contraí.

Por enquanto, serei apenas internado na carne para considerar os problemas que eu mesmo criei, em prejuízo de minha alma...

Brevemente, voltarei ao campo dos homens, mas reaparecerei, entre eles, sem a graça da família a fim de valorizar o santuário doméstico, e renascerei mudo para aprender a falar.

Que Deus nos abençoe."

 (A. Ferreira, na obra "Vozes do Grande Além", Autores Diversos/Francisco Cândido Xavier)

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

"ENQUANTO BRILHA O AGORA"


"Atendei, enquanto é hoje, aos enigmas que vos torturam a mente.
            Enquanto a Lei vos faculta a bênção do agora, extirpai do campo de vossa vida os vermes da inimizade, os pântanos da preguiça, os espinheiros do ódio, a venenosa erva do egoísmo e o pedregulho da indiferença, cultivando, com a segurança possível, a lavoura da educação, as árvores do serviço, as flores da simpatia e os frutos da caridade.
            Enquanto os talentos do mundo vos favorecem, fazei o melhor que puderdes, porque, provavelmente, amanhã... Quem sabe?
            Amanhã, talvez, os problemas aparecerão mais aflitivos.
            Os dias modificados...
            As oportunidades perdidas...
            As provas imprevistas...
            Os ouvidos inertes...
            Os olhos em plena sombra...
            A língua muda...
            As mãos mirradas...
            Os pés sem movimento...
            A cabeça incapaz...
            A carência de tempo...
            A visita da enfermidade...
            A mensagem da morte...
            Despertai as energias mais profundas, enquanto permaneceis nas linhas da experiência física, entesourando o conhecimento e o mérito através do estudo e da ação que vos nobilitem as horas, porque, possivelmente, amanhã, as questões surgirão mais complexas.
            Não nos esqueçamos de que os princípios de correspondência funcionam exatos.
            Sementeira do bem — colheita de felicidade.
            Dever irrepreensivelmente cumprido — ascensão aberta.
            Trabalho ativo — progresso seguro.
            Cooperação espontânea — auxílio pronto.
            Busquemos o melhor para que o melhor nos procure.
            Tendes convosco o solo precioso fecundado pela chuva de bênçãos. Utilizemo-lo, assim, na preparação do grande futuro, recordando a advertência do nosso Divino Mestre: — “Avançai, valorosos, enquanto tendes luz.”

(Emmanuel, na obra “Vozes do Grande Além”, Diversos Espíritos/ Francisco Cândido Xavier)

sexta-feira, 30 de março de 2012

"Quando estiveres ferido..."

"Quando estiveres ferido pelas farpas do sofrimento, lembra-te de Deus que, em muitas ocasiões, socorre a terra seca, por intermédio de nuvens tempestuosas."
("Meimei, na obra "Vozes do Grande Além", Autores Diversos/Francisco Cândido Xavier)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

"Toda a violência praticada..."

"Toda violência praticada por nós, contra os outros, significa dilaceração em nós mesmos.

Guardemo-nos, assim, na humildade e na tolerância, cumprindo nossos deveres para com o próximo e para com as nossas próprias almas, porque o julgamento essencial daqueles que nos cercam, em verdade, não nos pertence."
(Dias da Cruz, na obra "Vozes do Grande Além", Autores Diversos/Francisco Cândido Xavier)

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

"Não vos aonselheis com a desesperação..."

"Não vos aconselheis com a desesperação.
Não vos acomodeis com a rebeldia.
Esperar com paciência, ofertando ao caminho o melhor de nós, é o segredo do grande Triunfo.
O tempo que faz a noite é o tempo que traz o dia.
Para escalar a montanha salvadora, fitemos quem brilha à frente!..."

(André Luiz, na obra "Vozes do Grande Além", Autores Diversos/Francisco Cândido Xavier)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

"... assim como..."

"... assim como a fonte nasce para estender-se, desce o dom inefável de Jesus sobre nós para crescer e multiplicar-se.
Levantemos, cada hora, essa luz sublime para reerguer os que caem, fortalecer os que vacilam, reconfortar s que choram e auxiliar os que padecem.
O mundo está repleto de braços que agridem e de vozes que amaldiçoam.
Seja a nossa presença junto dos outros algo do Senhor inspirando alegria e segurança."
(Meimei, na obra "Vozes do Grande Além", Autores Diversos/Francisco Cândido Xavier)

"Não nos esqueçamos..."

"Não nos esqueçamos de que nossos exemplos, nossas maneiras, nossos gestos e o tipo de palavras que cunhamos para uso de nossa boca, geram idéias, que, à maneira de ondas criadoras, vão e vêm, partindo de nós para os outros e voltando dos outros para nós, com a qualidade de sentimento e pensamento que lhes infundimos, levantando-nos para o triunfo, ou impulsionando-nos para a derrota."
(Emmanuel, na obra "Vozes do Grande Além", Autores Diversos/Francisco Cândido Xavier)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

"DOUTRINAR E TRANSFORMAR"

"Meus amigos:
Em verdade é preciso doutrinar para esclarecer.
Mas é imprescindível, igualmente, transformar para redimir.
Doutrinação que melhore.
Transformação que recupere.
A teoria prepara.
A prática realiza. Ensinando, induzimos.
Fazendo, demonstramos.
Quem instrui, acende luz.
Quem edifica, é a própria luz em si.
Para doutrinar com segurança, é necessário atender à sabedoria através do cérebro.
Para transformar com êxito, é indispensável obedecer ao amor, por intermédio do coração.
Não basta, pois, o ensinamento.
Imperioso sejamos nós mesmos a lição viva. Pensamento que observe e ilumine.
Sentimento que compreenda e ajude sempre. Não nos limitemos, desse modo, aos méritos
da palavra.
Procuremos, com o mesmo fervor, as vantagens da ação.
Cultura, que aperfeiçoe.
- Trabalho que santifique.
Hermes, Zoroastro, Confúcio, Sidarta e Sócrates foram grandes e veneráveis instrutores
que nos revelaram a senda.
Jesus-Cristo, porém, associando lição e exemplo, é o Mestre Amoroso e Sábio que nos
ensina a percorrê-la."
(Emmanuel, na obra "Vozes do Grande Além", Espiritos Diversos/Francisco Cândido Xaver)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

"CONSCIÊNCIA"


"...E o Senhor concedeu-te esse espelho divino,

Claro, doce, sutil, como a aurora purpúrea,

E forte, quanto o mar em procelosa fúria,

Por face da verdade a reger-te o destino.

Grava-te, em cada instante, honesto e cristalino,

Toda idéia sublime e toda idéia espúria,

A virtude e a miséria, a grandeza e a penúria,

A esperança e a bondade, a treva e o desatino...

Conserva, pois, no bem o caminho alto e puro

Que te guarde o presente e renove o futuro,

Buscando na justiça a força que te exorte.

A consciência é a Lei que te acompanha e espreita,

O espelho do Senhor na Harmonia Perfeita,

A desnudar-te a vida em plena luz da morte"

(Amadeu Amaral, na obra "Vozes do Grande Além",
Diversos Espíritos/Francisco Cândido Xavier)

domingo, 21 de agosto de 2011

"LUTAI!"

"Por mais vos fira o sonho, a rajada violenta
Do temporal de fel que enlouquece e vergasta,
Suportai, com denodo, a fúria iconoclasta.
E o granizo cruel da lúrida tormenta.
Carreia a dor consigo a beleza opulenta
Da verdade suprema, eternamente casta;
Recebei-lhe o aguilhão que nos lacera e arrasta,
Ouvindo a voz da fé que vos guarda e apascenta.
De alma erguida ao Senhor varai a sombra fria! ...
Por mais horrenda noite, há sempre um novo dia,
Ao calor da esperança – a luz que nos enleva...
A aflição sem revolta é paz que nos redime.
Não olvideis na cruz redentora e sublime
Que a fuga para a morte é um salto para a treva."
(Francisca Júlia da Silva, na obra "Vozes do Grande Além", Diversos Espíritos/Francisco Cândido Xavier)

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

"A TERRA"

"Agradece, cantando, a Terra que te abriga.
Ela é o seio de amor que te acolheu criança,
O berço que te trouxe a primeira esperança,
O campo, o monte, o vale, o solo e a fonte amiga...
Do seu colo desponta a generosa espiga,
Que te farta o celeiro e te rege a abastança,
Dela surge, divino, o lar que te descansa
A mente atribulada entre o sonho e a fadiga.
Louva-lhe a própria dor amarga, escura e vasta,
E exalta-lhe o grilhão que te encadeia e arrasta,
Constringindo-te o peito atormentado e aflito.
Bendize-lhe as lições na carne humilde e santa...
A Terra é a Grande Mãe que te ampara e levanta
Das trevas abismais para os sóis do Infinito!..."
(Amaral Ornellas, na obra "Vozes do Grande Além", Diversos Espíritos/Francisco Cândido Xavier)

"Não nos esqueçamos..."

"Não nos esqueçamos de que nossos exemplos, nossas maneiras, nossos gestos e o tipo de palavras que cunhamos para uso de nossa boca, geram idéias, que, à maneira de ondas criadoras, vão e vêm, partindo de nós para os outros e voltando dos outros para nós, com a qualidade de sentimento e pensamento que lhes infundimos, levantando-nos para o triunfo, ou impulsionando-nos para a derrota"
(Emmanuel, na obra "Vozes do Grande Além",  Diversos Espíritos/Francisco Cândido Xavier)

domingo, 1 de maio de 2011



"Evitemos o calão, a queixa, a irritação, o apontamento insensato, a gíria deprimente e a frase pejorativa, não apenas em nosso santuário de preces, mas em nosso intercâmbio vulgar, porque toda expressão conduz à inspiração e pagaremos alto preço pela autoria indireta do mal.
Somos hoje responsáveis pela idéia do Senhor no círculo de luta em que nos situamos."

(Emmanuel, na obra "Vozes do Grande Além", Diversos Espíritos/Francisco Cândido Xavier)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

"DOUTRINAR E TRANSFORMAR"


"Em verdade é preciso doutrinar para esclarecer.
Mas é imprescindível, igualmente, transformar para redimir.
Doutrinação que melhore.
Transformação que recupere.
A teoria prepara.
A prática realiza. Ensinando, induzimos.
Fazendo, demonstramos.
Quem instrui, acende luz.
Quem edifica, é a própria luz em si.
Para doutrinar com segurança, é necessário atender à sabedoria através do cérebro.
Para transformar com êxito, é indispensável obedecer ao amor, por intermédio do coração.
Não basta, pois, o ensinamento.
Imperioso sejamos nós mesmos a lição viva. Pensamento que observe e ilumine.
Sentimento que compreenda e ajude sempre. Não nos limitemos, desse modo, aos méritos
da palavra.
Procuremos, com o mesmo fervor, as vantagens da ação.
Cultura, que aperfeiçoe.
- Trabalho que santifique.
Hermes, Zoroastro, Confúcio, Sidarta e Sócrates foram grandes e veneráveis instrutores
que nos revelaram a senda.
Jesus-Cristo, porém, associando lição e exemplo, é o Mestre Amoroso e Sábio que nos
ensina a percorrê-la."
("Vozes do Grande Além", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)