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quinta-feira, 9 de julho de 2015

"TEORIA DA PACIÊNCIA"


        "A paciência é o passo inicial para o êxito da ação caridosa junto aos sofredores.
        Socorros que se precipitam, sob imposições caprichosas, convertem-se em rebeldias e insensatezes naqueles a quem são dirigidos.
        Esclarecimentos com imperativos apaixonados, e palavras carregadas de reproche, assemelham-se a ácido colocado em feridas abertas em chaga viva.
        A paciência é a grande modeladora dos caracteres.
        O vento e a chuva, incessantemente e através dos tempos, modificam a paisagem terrestre. Trabalham a rocha, modelam as formas variadas, e enquanto o rio silencioso corre abrindo vales e aprofundando o leito, o planeta se altera na sucessão dos milênios.
        A paciência para com os irmãos irritados, vitimados pela perturbação e pela rebeldia, é indispensável para atingir-lhes o âmago da alma.
        Ela constitui um trabalho transformador no terapeuta que se encarrega do esclarecimento, e medicamento abençoado no necessitado que teima por ignorá-la.
        Na ação caridosa de despertamento dos irmãos sofridos do além-túmulo, não seja esquecida a paciência, que sabe trabalhar em favor dos resultados imediatos que sempre cabem a Deus."

(“Suave Luz nas Sombras”, João Cléofas/Divaldo Pereira Franco)

sábado, 30 de março de 2013

"CULPA"


  "A consciência de culpa é um dos algozes mais cruéis daquele que delinque.
        Acompanhando o ser na vida além da vida, estabelece os mecanismos punitivos condizentes à gravidade do delito, a fim de purificar-se, resgatando a culpa mediante sofrimentos indescritíveis.
        A consciência de culpa não permite ao equivocado evadir-se da sua presença, ínsita nele próprio.
        Assoma, aos primeiros instantes após a desencarnação, abrindo espaços a obsessões severas, nas quais as vítimas ressurgem com aspecto deplorável, seja mediante a imaginação que elabora clichês de justiça, ou através da realidade que vincula o endividado ao devedor, estabelecendo os vínculos da aflição sem término.
        Somente quando o ser descobre a necessidade da reparação, utilizando-se dos instrumentos do amor e da edificação íntima, é que luariza a paisagem lúgubre da consciência de culpa, dando lugar a honesta reabilitação propiciadora de paz.
        Elegemos, para o nosso ministério de hoje, os Espíritos portadores de consciência culpada, por serem mais sofridos, mais carentes, batendo às portas de alguém que esteja ungido de compaixão para ajudá-los no trânsito difícil da sua reabilitação e, ao atendê-los, tenhamos todos em mente o ensinamento austero de Jesus advertindo-nos: “Aquele que se encontre isento de culpas atire a primeira pedra.”

(“Suave luz nas sombras”, João Cléofas/Divaldo Pereira Franco)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

"TERAPIA PELA ORAÇÃO"





            "Consideremos a oração como sendo o mais eficiente recurso terapêutico, para a profilaxia das enfermidades que avassalam a criatura.


            Diante dos irmãos colhidos pelas enfermidades espirituais, utilizemo-nos da oração como o enfermeiro diligente aplica o bálsamo refrigerador na ferida em chaga viva.


            A oração irradia vibrações balsamizantes, que diminuem a ardência do sofrimento no ser desesperado, diminuindo-lhe a angústia.


            Abre o canal do entendimento, a fim de que, em duas vias, o apelo da alma se dirija a Deus e a resposta divina chegue à criatura.


            Enseja a inspiração de quem a formula e a tranquilidade em que a recebe.


            Em qualquer circunstância, especialmente no intercâmbio pela mediunidade a serviço da desobsessão, a prece, ungida de amor, é dos mais salutares recursos para se alcançar a meta do entendimento que se busca.


            Por isto, o Apóstolo asseverava: Orai sempre e sem cessar."





(“Suave Luz nas Sombras”, João Cléofas/ Divaldo Pereira Franco)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

"QUEM TEM LUZ"

       "Verdadeiramente feliz  é o homem generoso, que do seu celeiro retira grãos e os atira ao solo fértil, para que se multipliquem em bênçãos.

        Verdadeiramente feliz é o coração jovial, que enriquecido de luz reparte-a entre aqueles que, teimosamente, permanecem na escuridão.

        Felizes somos todos nós porque, ouvindo os reclamos da verdade, resolvemo-nos, em definitivo, empreender a jornada interior na busca da plenitude.

        Diante dos compromissos que assumimos com a vida, não podemos esquecer da retaguarda, onde se encontram os desassisados e infelizes, em guerra contínua, conspirando e atuando contra as aspirações elevadas das demais criaturas humanas.

        Entendendo esse grave problema, resolvemo-nos diminuir a gravidade da ocorrência e, no silêncio das salas mediúnicas, estamos acendendo lamparinas na grande noite para diminuir a treva, socorrendo os geradores de perturbação.

        Não cessemos, pois, de trabalhar, nem permitamos que os impedimentos normais constituam empeços na busca da meta que temos à frente.

        Jesus conta conosco e é necessário que sigamos fazendo luz.

        Verdadeiramente feliz, é aquele que já tem luz."

(“Suave luz nas sombras”, João Cléofas/Divaldo Pereira Franco)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

"CULPA"



"A consciência de culpa é um dos algozes mais cruéis daquele que delinque.

Acompanhando o ser na vida além da vida, estabelece os mecanismos punitivos condizentes à gravidade do delito, a fim de purificar-se, resgatando a culpa mediante sofrimentos indescritíveis.

A consciência de culpa não permite ao equivocado evadir-se da sua presença, ínsita nele próprio.

Assoma, aos primeiros instantes após a desencarnação, abrindo espaços a obsessões severas, nas quais as vítimas ressurgem com aspecto deplorável, seja mediante a imaginação que elabora clichês de justiça, ou através da realidade que vincula o endividado ao devedor, estabelecendo os vínculos da aflição sem término.

Somente quando o ser descobre a necessidade da reparação, utilizando-se dos instrumentos do amor e da edificação íntima, é que luariza a paisagem lúgubre da consciência de culpa, dando lugar a honesta reabilitação propiciadora de paz.

Elegemos, para o nosso ministério de hoje, os Espíritos portadores de consciência culpada, por serem mais sofridos, mais carentes, batendo às portas de alguém que esteja ungido de compaixão para ajudá-los no trânsito difícil da sua reabilitação e, ao atendê-los, tenhamos todos em mente o ensinamento austero de Jesus advertindo-nos: "Aquele que se encontre isento de culpas atire a primeira pedra."

("Suave luz nas sombras", João Cléofas/Divaldo Pereira Franco)

terça-feira, 28 de junho de 2011

"CULPA"

"A consciência de culpa é um dos algozes mais cruéis daquele que delinque.
       Acompanhando o ser na vida além da vida, estabelece os mecanismos punitivos condizentes à gravidade do delito, a fim de purificar-se, resgatando a culpa mediante sofrimentos indescritíveis.
       A consciência de culpa não permite ao equivocado evadir-se da sua presença, ínsita nele próprio.
       Assoma, aos primeiros instantes após a desencarnação, abrindo espaços a obsessões severas, nas quais as vítimas ressurgem com aspecto deplorável, seja mediante a imaginação que elabora clichês de justiça, ou através da realidade que vincula o endividado ao devedor, estabelecendo os vínculos da aflição sem término.
       Somente quando o ser descobre a necessidade da reparação, utilizando-se dos instrumentos do amor e da edificação íntima, é que luariza a paisagem lúgubre da consciência de culpa, dando lugar a honesta reabilitação propiciadora de paz.
       Elegemos, para o nosso ministério de hoje, os Espíritos portadores de consciência culpada, por serem mais sofridos, mais carentes, batendo às portas de alguém que esteja ungido de compaixão para ajudá-los no trânsito difícil da sua reabilitação e, ao atendê-los, tenhamos todos em mente o ensinamento austero de Jesus advertindo-nos: “Aquele que se encontre isento de culpas atire a primeira pedra.”
(“Suave luz nas sombras”, João Cléofas/de Divaldo Pereira Franco)