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terça-feira, 30 de junho de 2015

"ADVERSÁRIOS ESPIRITUAIS"

        "A ação do bem provoca, inevitavelmente, uma reação de violência naqueles que se comprazem no clima da viciação.
        O esforço desprendido em favor da mudança emocional e psicológica das criaturas desperta um sentimento de revolta em muitos que se demoram nas licenças perniciosas.
        Porque há tentativas em prol de um mundo menos infeliz, surgem movimentos que pretendem manter o estado vigente.
***
        Há mentes que conspiram contra a tua dedicação e fidelidade ao ideal do bem.
        Não te causem estranheza as dificuldades que se apresentam ante as tuas disposições de serviço edificante.
        São inspiradas e promovidas  pelos adversários ocultos, que se atribuem o direito de malsinar e perseguir.
        Eles crivam a alma dos que lhe caem em desagrado com as farpas do ódio, gerando, em sua volta, cizânia, mal-estar e antipatia.
        Promovem inveja de curso perigoso e estabelecem mal-entendidos de efeitos desagradáveis.
        Excitam uns e adormecem outros, enquanto expõem o bom e o belo.
        Recorrem a expedientes desonestos, desde que te desanimem o esforço.
        Atrevem-se à agressão e armam os insensatos que convivem na mesma faixa vibratória, desejando paralisar-te o trabalho.
        São os Espíritos imperfeitos, os impiedosos, que se alimentam, que se alimentam dos pensamentos mais sórdidos, vivendo uma psicosfera densa, onde estabelecem o seu campo de ação e aí se movimentam, que se fazem adversários gratuitos.
        Respeita-os, sem os recear.
        Não sintonizes com os seus ardis, nem reajas pela revolta ou mágoa, a fim de que não sincronizes psiquicamente com eles ou os que se lhes fazem dóceis instrumentos.
        O bem dá-te uma couraça de resistência e defesa.
***
        Jesus, por todos os títulos, o Amigo Excelente, foi por eles visitado e, na ignorância em que se debatiam, não tergiversaram em intentar dificultar-Lhe o superior ministério. Como nada podiam conseguir diretamente, não desistiram: insuflaram invejas, ódios, perseguições e desequilíbrios contra o Senhor, que os venceu com o amor transcendente e sublime de que era dotado."
                                               

(“Roteiro de Libertação”, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco)

domingo, 15 de dezembro de 2013

"COMPORTAMENTO POR OBSESSÃO"

"Quando a morte interrompe o ciclo de atividades viciosas, que o homem incorpora à sua natureza, de forma alguma o problema deixa de atormentá-lo.
       A situação espiritual de quantos partem da Terra, dependentes de condicionamentos prejudiciais, é das mais dolorosas. Dificilmente pode-se descrever com fidelidade o tormento que experimentam, por variar, de indivíduo para indivíduo, o grau de aflição e angústia relativo à gravidade de comportamento escravizador.
       Não se desprendendo das vibrações mais densas do corpo somático, às quais fortemente se vincula aspirando-as, eliminando-as, e reciprocamente, num circuito tóxico, o Espírito sente a impulsão poderosa do vício que o dominava, não raro, enlouquecendo, nas tentativas de prosseguir com a situação nefasta...
       Tal é o estado em que se debate, que não se dá conta da morte física, embora as estranhas e penosas sensações que o visitam em contínuo tormento. A esse estado soma a carência do que antes considerava prazer e agora lhe falta, afligindo-o mais.
       Na conjuntura, mesmo desconhecendo as “leis dos fluidos” que facultam as afinidades espirituais e intercambiam sensações com outros viciados ou iniciantes no comércio da ilusão, domiciliados na matéria, a princípio, inconscientemente, para depois estreitar os laços e fixações em demorada e torpe obsessão, em que ambos, mais se desgastam e pioram o psiquismo, até que as Leis divinas façam cessar a coabitação perniciosa.
       Casos outros há em que o desencarnado, identificando a conjuntura nova, formula e executa um programa de vampiração obsessiva em tentames exitosos, enredando os invigilante que a eles se associam no plano físico, em largos cursos de alucinação e desgraça.
       Muito mais grave do que parece é a obsessão, nos problemas sociais do comportamento humano.
       Alcoolismo, tabagismo, drogas alucinógenas, sexolatria, jogatina, gula recebem grande suporte espiritual, sendo, não poucas vezes, iniciada a viciação de cá para aí, por inspiração que fomenta a curiosidade e por necessidade que estimula o prosseguimento.
       O enfermo, dificilmente, consegue evadir-se, por si mesmo, da dificuldade. De um lado, pelos nefastos prejuízos orgânicos de que se ressente e, por outro, em razão da incidência mental do obsessor, que o utiliza como instrumento da loucura de que se vê possuído.
       As verdadeiras multidões de dependentes de drogas ou de outras viciações estertoram, mesmo sem o saberem, em danosos processos de obsessão lamentável.
       A falta de orientação religiosa, as permissividades morais, o desconhecimento proposital ou não das realidades do Espírito, a falta de tempo e a neurose que avassalam o homem respondem pela calamitosa ocorrência, que se agrava a cada dia.
       O problema deve merecer o interesse e o estudo de cada um e de todos os cidadãos, porque a todos envolve e ameaça.
       Antes, era a incidência das drogas, agora, comum e grave.
       Ao invés de se aprofundarem as pesquisas das causas, com as naturais soluções, buscam-se leis mais tolerantes, comércio livre, certamente que por falência ética, sem dúvida.
       O homem, convivendo com os fatores de qualquer porte, prefere aceitá-los a vencê-los, numa atitude sempre cômoda.
       No que concerne ao mecanismo da evolução, essa atitude comporta, o que, porém, não é idêntico, quando muda a situação para o campo moral.
       O Espiritismo, esclarecendo a criatura em torno da vida imortal e das relações que existem entre os Espíritos e os homens, conscientiza para a terapia preventiva contra a obsessão, combatendo-lhe, ao menos, neste capítulo, algumas das suas causas, que são os vícios.
       Mantendo-se hábitos de higiene moral e social, ceifa-se, na raiz, a gênese desse problema malfazejo.
       Outrossim, orientando a conduta humana, propõe uma terapia curadora, sem dúvida, salutar.
       Na base das alienações espirituais, o homem desempenha importante papel, em decorrência de sua conduta, da sua atividade, do seu mundo interior.
       Esforçar-se por alterar os estados mórbidos e as dependências viciosas é tarefa de urgência, que se pode lograr através do esforço moral pessoal, do esclarecimento pelo estudo, da oração, da fluidoterapia e da desobsessão de que são encarregadas as nobres Sociedades Espíritas que se dedicam ao mister da evangelização e da caridade, conforme os ensinos de Jesus e de Allan Kardec."

(Manoel Philomeno de Miranda, em "ROTEIRO DE LIBERTAÇÃO, Diversos Espíritos/Divaldo P. Franco)

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

"O ALCOOLISMO"

"Sem nos determos no exame dos fatores sócio-psicológicos causais do alcoolismo generalizado, de duas ordens são as engrenagens que o desencadeiam, - observado o problema do ponto de vista espiritual.
Antigos viciados e dependentes do álcool, em desencarnando não se liberam do hábito, antes sofrendo-lhe mais rude imposição.
Prosseguindo a vida, embora a ausência do corpo, os vícios continuam vigorosos, jungindo os que a eles se aferraram a uma necessidade enlouquecedora. Atônitos e sedentos, alcoólatras desencarnados se vinculam às mentes irresponsáveis, de que se utilizam para dar larga à continuação do falso prazer, empurrando-os, a pouco e pouco, do aperitivo tido como inocente ao lamentável estado de embriaguez.
Os que lhes caem nas malhas, tornam-se, por isso mesmo, verdadeiros recipientes por meio dos quais absorvem os vapores deletérios, caindo, também, em total desequilíbrio, até quando a morte advém à vítima, ou as Soberanas Leis os recambiam à matéria, que padecerá das dolorosas injunções constritoras que lhe impõe o corpo perispiritual...
Normalmente, quando reencarnados, os antigos viciados recomeçam a atividade mórbida, servindo, a seu turno, de instrumento do gozo infeliz, para os que se demoram na Erraticidade inferior...
Outras vezes, os adversários espirituais, na execução de uma programática de desforço pelo ódio, induzem os seus antigos desafetos à iniciação alcoólica, mediante pequenas doses, com as quais no transcurso do tempo os conduzem à obsessão, desorganizando-lhes a aparelhagem físio-psíquica e dominando-os totalmente.
No estado de alcoolismo faz-se muito difícil a recomposição do paciente, dele exigindo um esforço muito grande para a recuperação da sanidade.
Não se afastando a causa espiritual, torna-se menos provável a libertação, desde que, cessados os efeitos de quaisquer terapêuticas acadêmicas, a influência psíquica se manifesta, insidiosa, repetindo-se a lamentável façanha destruidora...
A obsessão, através do alcoolismo, é mais generalizada do que parece.
Num contexto social permissivo, o vício da ingestão de alcoólicos torna-se expressão de status, atestando a decadência de um período histórico que passa lento e doído.
Pelos idos de 1851, porque enxameassem os problemas derivados da alcoolofilia, Magno Huss realizou, por vez primeira, um estudo acurado da questão, promovendo um levantamento dos danos causados no indivíduo e alertando as autoridades para as conseqüências que produz na sociedade.
Os que tombam na urdidura alcoólica, justificam-lhe o estranho prazer, que de início lhes aguça a inteligência, faculta-lhes sensações agradáveis, liberando-os dos traumas e receios, sem se darem conta de que tal estado é fruto das excitações produzidas no aparelho circulatório, respiratório com elevação da temperatura para, logo mais produzir o nublar da lucidez, a alucinação, o desaparecimento do equilíbrio normal dos movimentos...
Inevitavelmente, o viciado sofre uma congestão cerebral intensa ou experimenta os dolorosos estados convulsivos, que se tornam perfeitos delírios epilépticos, dando margem a distúrbios outros: digestivos, circulatórios, nervosos que podem produzir lesões irreversíveis, graves.
A dependência e continuidade do vício conduz ao delirium tremens, resultante da cronicidade do alcoolismo, gerando psicoses, alucinações várias que culminam no suicídio, no homicídio, na loucura irrecuperável.
Mesmo em tal caso, a constrição obsessiva segue o seu curso lamentável, já que, não obstante destrambelhadas as aparelhagens do corpo, o espírito encarnado continua a ser dominado pelos seus algozes impenitentes em justas de difícil narração...
Além dos danos sociais que o alcoolismo produz, engendrando a perturbação da ordem, a queda da natalidade, a incidência de crimes vários, a decadência econômica e moral, é enfermidade espiritual que o vero Cristianismo erradicará da Terra, quando a moral evangélica legítima substituir a débil moral social, conveniente e torpe.

Ao Espiritismo cumpre o dever de realizar a psicoterapia valiosa junto a tais enfermos e, principalmente, a medida preventiva pelos ensinos corretos de como viver-se em atitude consentânea com as diretrizes da Vida Maior."

("Calvário da Libertação", Victor Hugo/ Divaldo Franco)

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

"ADVERSÁRIOS ESPIRITUAIS"

"A ação do bem provoca, inevitavelmente, uma reação de violência
naqueles que se comprazem no clima da viciação.

O esforço desprendido em favor da mudança emocional e psicológica
das criaturas desperta um sentimento de revolta em muitos que se demoram nas
licenças perniciosas.

Porque há tentativas em prol de um mundo menos infeliz, surgem
movimentos que pretendem manter o estado vigente.

***

Há mentes que conspiram contra a tua dedicação e fidelidade ao ideal
do bem.

Não te causem estranheza as dificuldades que se apresentam ante as
tuas disposições de serviço edificante.

São inspiradas e promovidas pelos adversários ocultos, que se
atribuem o direito de malsinar e perseguir.

Eles crivam a alma dos que lhe caem em desagrado com as farpas do
ódio, gerando, em sua volta, cizânia, mal-estar e antipatia.

Promovem inveja de curso perigoso e estabelecem mal-entendidos de
efeitos desagradáveis.

Excitam uns e adormecem outros, enquanto expõem o bom e o belo.

Recorrem a expedientes desonestos, desde que te desanimem o esforço.

Atrevem-se à agressão e armam os insensatos que convivem na mesma
faixa vibratória, desejando paralisar-te o trabalho.

São os Espíritos imperfeitos, os impiedosos, que se alimentam, que
se alimentam dos pensamentos mais sórdidos, vivendo uma psicosfera densa,
onde estabelecem o seu campo de ação e aí se movimentam, que se fazem
adversários gratuitos.

Respeita-os, sem os recear.

Não sintonizes com os seus ardis, nem reajas pela revolta ou mágoa,
a fim de que não sincronizes psiquicamente com eles ou os que se lhes fazem
dóceis instrumentos.

O bem dá-te uma couraça de resistência e defesa.

***

Jesus, por todos os títulos, o Amigo Excelente, foi por eles
visitado e, na ignorância em que se debatiam, não tergiversaram em intentar
dificultar-Lhe o superior ministério. Como nada podiam conseguir
diretamente, não desistiram: insuflaram invejas, ódios, perseguições e
desequilíbrios contra o Senhor, que os venceu com o amor transcendente e
sublime de que era dotado."

(Joanna de Ângelis, na obra “Roteiro de Libertação”, Diversos Espíritos/Divaldo P. Franco)

terça-feira, 27 de março de 2012

"ADVERSÁRIOS ESPIRITUAIS"

"A ação do bem provoca, inevitavelmente, uma reação de violência naqueles que se comprazem no clima da viciação.
        O esforço desprendido em favor da mudança emocional e psicológica das criaturas desperta um sentimento de revolta em muitos que se demoram nas licenças perniciosas.
        Porque há tentativas em prol de um mundo menos infeliz, surgem movimentos que pretendem manter o estado vigente.
***
        Há mentes que conspiram contra a tua dedicação e fidelidade ao ideal do bem.
        Não te causem estranheza as dificuldades que se apresentam ante as tuas disposições de serviço edificante.
        São inspiradas e promovidas  pelos adversários ocultos, que se atribuem o direito de malsinar e perseguir.
        Eles crivam a alma dos que lhe caem em desagrado com as farpas do ódio, gerando, em sua volta, cizânia, mal-estar e antipatia.
        Promovem inveja de curso perigoso e estabelecem mal-entendidos de efeitos desagradáveis.
        Excitam uns e adormecem outros, enquanto expõem o bom e o belo.
        Recorrem a expedientes desonestos, desde que te desanimem o esforço.
        Atrevem-se à agressão e armam os insensatos que convivem na mesma faixa vibratória, desejando paralisar-te o trabalho.
        São os Espíritos imperfeitos, os impiedosos, que se alimentam dos pensamentos mais sórdidos, vivendo uma psicosfera densa, onde estabelecem o seu campo de ação e aí se movimentam, que se fazem adversários gratuitos.
        Respeita-os, sem os recear.
        Não sintonizes com os seus ardis, nem reajas pela revolta ou mágoa, a fim de que não sincronizes psiquicamente com eles ou os que se lhes fazem dóceis instrumentos.
        O bem dá-te uma couraça de resistência e defesa.
***
        Jesus, por todos os títulos, o Amigo Excelente, foi por eles visitado e, na ignorância em que se debatiam, não tergiversaram em intentar dificultar-Lhe o superior ministério. Como nada podiam conseguir diretamente, não desistiram: insuflaram invejas, ódios, perseguições e desequilíbrios contra o Senhor, que os venceu com o amor transcendente e sublime de que era dotado."
                                                   (Joanna de Ângelis, na obra “Roteiro de Libertação”, Diversos Espíritos/Divaldo P. Franco)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

"Depois de visitares o luxo e o refinamento..."

‎"Depois de visitares o luxo e o refinamento em que vivem os triunfadores de breves momentos, não ignores a presença dos desditosos e miseráveis que enxameiam em todos os sítios.

Uns são as causas dos estados dos outros, isto é: os excessos de alguns produzem a escassez, e o acúmulo em poucas mãos responde pela ausência do necessário em verdadeiras multidões.

Aprende a lição que a vida te ministra nestes contrastes."
("Roteiro da Libertação", Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco)