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sábado, 26 de setembro de 2015

"PERDÃO E VIDA"

"Em verdade, o nosso tempo, na atualidade terrestre, é de muitos conflitos e manifestas perturbações.
       Anotemos, no entanto, que a ausência do perdão reúne as parcelas de nossas relações negativas, e apresenta-nos a soma inquietante que se transforma em caminho para a guerra.
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       Os atritos do lar, as reclamações que se espalham, ressaltam da incompreensão, em que se especifica, entre os homens, a dureza dos corações de uns para com os outros.
       Aqui, é a irritação que prepara ambiente à enfermidade, ali, é a falta de aceitação com que nos desligamos da humildade, é a prepotência pessoal favorecendo o orgulho de quantos intentam ser um fator de poder mais forte do que aqueles outros irmãos que lhes partilham a vida.
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       Lemos, sensibilizados, algo em torno das reuniões notáveis dos nossos homens de orientação ou de Estado, quando se congregam para discutirem os problemas da Paz.
       É natural nos emocionemos com as primorosas declarações deles e com a grandeza de suas promessas e decisões.
       Acontece, porém, que no desdobramento das horas, eles não são os personagens de nosso convívio... Longe deles, angariamos, com a bênção de Deus, o nosso pão de cada dia e sem eles é que nos vemos uns aos outros, nos modos diversos em que nos mantemos no cotidiano.
       Admiramos as personalidades da televisão e das mostras de valores artísticos, entretanto, necessitamos aprender como tratar as nossas crianças e jovens na intimidade.
       Muita gente gaba os feitos de grandes desportistas, como aconteceu à frente daqueles que venceram as distâncias e foram até a Lua. Sucede, contudo, que não vivemos com eles, conquanto mereçam a nossa melhor consideração.
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       Somos chamados a saber de que maneira minimizar as dificuldades de grandes incidências entre as paredes de nosso mundo doméstico.
       Sejamos benevolentes para com todos aqueles que nos compartilham a vida.
       Toleremo-nos, sabendo que hoje desculpamos a falta de alguém e talvez amanhã sejamos nós os necessitados de benevolência e tolerância. Diz o texto desta noite: “Perdoemos para que Deus nos perdoe.”
       Coloquemos a nossa atenção nesta máxima e desculpemos uns aos outros, tantas vezes quantas se façam necessárias. E que o Pai Misericordioso a todos nos releve em nossas falhas e, compadecidamente, nos abençoe."


(Emmanuel, na obra “Esperança e Luz”,  Francisco Cândido Xavier – Autores diversos)

sábado, 12 de abril de 2014

"OBTER"

"Muitos rogam chorando. E muitos recebem sorrindo as concessões que solicitam do Celeste Poder.
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       Contudo, é preciso não olvidar os compromissos que a dádiva envolve em si mesma.
       Na vida comum, disputamos determinada posição de serviço, não somente para amealhar os vencimentos que lhe digam respeito, mas também para trabalhar, fazendo jus ao salário ganho.
       Uma planta simples recebe do horticultor cuidados especiais não apenas para adornar a paisagem, mas igualmente para produzir, valorizando-lhe o suor e o celeiro.
-x-
       É imprescindível, assim, meditar nas responsabilidades das bênçãos que entesouramos.
       Rogamos ao Céu a prerrogativa da saúde e o equilíbrio físico nos enriquece a existência, entretanto, chegará o dia em que a Divina Contabilidade nos examinará as experiências.
-x-
       Pretendemos dignificar a personalidade com títulos que nos aformoseiem a condição social e as forças intangíveis das Esferas Superiores nos auxiliam, através de mil modos, na aquisição deles.
-x-
       No entanto, surgirá o momento em que seremos convocados à prestação de informes sobre o aproveitamento edificante da oportunidade que nos foi conferida.
-x-
       É justo pedir sempre.
       E é natural receber sempre mais.
       Todavia, a Lei sábia e justa nos espreita os passos e os movimentos de vez que se há tempo de emprestar, há também tempo de ressarcir.
-x-
       Vejamos, pois, que fazemos da riqueza de luz, a expressar-se na fé renovadora e reconfortante que nos ampara atualmente os destinos.
-x-
       Ontem, antes da presente romagem evolutiva, éramos órfãos de paz e segurança, vagueando no turbilhão das sombras a que relegamos o próprio espírito pela delinquência multissecular, mas o Senhor, assinalando-nos as súplicas, reformou-nos os títulos de trabalho, em favor de nosso próprio aperfeiçoamento.
       Somos servos privilegiados com valioso empréstimo de dons sublimes.
       Abstenhamo-nos, desse modo, da perda de tempo e ataquemos a tarefa que nos compete atender.
-x-
       Hoje, brilha conosco o ensejo de auxiliar, aprender, amar, perdoar, sublimar e redimir...
       Não nos esqueçamos, porém, de que as horas voam apressadas e de que amanhã, a Lei nos tomará contas do serviço realizado, porque obter, na Terra ou no Céu, exige fazer e resgatar."

(Emmanuel, na obra “Esperança e Luz”, Autores Diversos/Francisco Cândido Xavier)

domingo, 9 de março de 2014

"OBTER"

"Muitos rogam chorando. E muitos recebem sorrindo as concessões que solicitam do Celeste Poder.
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       Contudo, é preciso não olvidar os compromissos que a dádiva envolve em si mesma.
       Na vida comum, disputamos determinada posição de serviço, não somente para amealhar os vencimentos que lhe digam respeito, mas também para trabalhar, fazendo jus ao salário ganho.
       Uma planta simples recebe do horticultor cuidados especiais não apenas para adornar a paisagem, mas igualmente para produzir, valorizando-lhe o suor e o celeiro.
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       É imprescindível, assim, meditar nas responsabilidades das bênçãos que entesouramos.
       Rogamos ao Céu a prerrogativa da saúde e o equilíbrio físico nos enriquece a existência, entretanto, chegará o dia em que a Divina Contabilidade nos examinará as experiências.
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       Pretendemos dignificar a personalidade com títulos que nos aformoseiem a condição social e as forças intangíveis das Esferas Superiores nos auxiliam, através de mil modos, na aquisição deles.
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       No entanto, surgirá o momento em que seremos convocados à prestação de informes sobre o aproveitamento edificante da oportunidade que nos foi conferida.
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       É justo pedir sempre.
       E é natural receber sempre mais.
       Todavia, a Lei sábia e justa nos espreita os passos e os movimentos de vez que se há tempo de emprestar, há também tempo de ressarcir.
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       Vejamos, pois, que fazemos da riqueza de luz, a expressar-se na fé renovadora e reconfortante que nos ampara atualmente os destinos.
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       Ontem, antes da presente romagem evolutiva, éramos órfãos de paz e segurança, vagueando no turbilhão das sombras a que relegamos o próprio espírito pela delinquência multissecular, mas o Senhor, assinalando-nos as súplicas, reformou-nos os títulos de trabalho, em favor de nosso próprio aperfeiçoamento.
       Somos servos privilegiados com valioso empréstimo de dons sublimes.
       Abstenhamo-nos, desse modo, da perda de tempo e ataquemos a tarefa que nos compete atender.
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       Hoje, brilha conosco o ensejo de auxiliar, aprender, amar, perdoar, sublimar e redimir...
       Não nos esqueçamos, porém, de que as horas voam apressadas e de que amanhã, a Lei nos tomará contas do serviço realizado, porque obter, na Terra ou no Céu, exige fazer e resgatar."

(Emmanuel, na obra “Esperança e Luz”, de Francisco Cândido Xavier – Autores diversos)

domingo, 5 de junho de 2011

"PETIÇÕES"



"Muito perto da esfera humana, levantam-se grandes institutos para o exame das petições do mundo...
Um homem conseguiu desligar-se do corpo físico e entregou uma petição, em forma de
prece, a favor dele próprio.
O encarregado da instituição anotou-lhe a identidade, consultou grande arquivo e
indagou em seguida:
- O irmão possui aqui a reserva de serviço aos outros que o habilita à concessão?
- Infelizmente, não tenho reserva alguma, respondeu o recém-chegado.
- Então, meu amigo, volte à sua casa, recorde que a prestação de serviço ao próximo é o seu investimento mais importante. Para pedir algo é preciso que algo tenhamos doado
aos outros. Nosso movimento de trabalho aqui, é semelhante à vida bancária na Terra.
O pedido em oração, de certo modo, é igual ao cheque. Sem depósito de recursos, nesta casa, o seu talão é papel vazio e o seu cheque não tem validade."
(Emmanuel, na obra "Esperança e Luz", Espíritos Diversos/Francisco Cândido Xavier)