Mostrar mensagens com a etiqueta o espírito da verdade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta o espírito da verdade. Mostrar todas as mensagens

domingo, 31 de julho de 2016

"A RIGOR"

Sobre capítulo 1, ítem 7
de O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec
 
          "Espírito Santo – falange dos Emissários da Providência que superintende os grandes movimentos da Humanidade na Terra e no Plano Espiritual.
 
          Reino de Deus – estado de sublimação da alma, criado por ela própria, através de reencarnações incessantes.
 
          Céu – esferas espirituais santificadas onde habitam Espíritos Superiores que exteriorizam, do próprio íntimo, a atmosfera de paz e felicidade.
 
          Milagre – designação de fatos naturais cujo mecanismo familiar à Lei Divina ainda se encontra defeso ao entendimento fragmentário da criatura.
 
          Mistério – parte ignorada das Normas Universais que, paulatinamente, é identificada e compreendida pelo espírito humano.
 
          Sobrenatural – definição de fenômenos que ainda não se incorporam aos domínios do hábito.
 
          Santo – atributo dirigido a determinadas pessoas que aparentemente atenderam, na Terra, à execução do próprio dever.
 
          Tentação – posição pessoal de cativeiro interior a vícios instintivos que ainda não conseguimos superar por nós mesmos.
 
          Dia de juízo – oportunidade situada entre dois períodos de existência da alma, que se referem à sementeira de ações e à renovação da própria conduta.
 
          Salvação – libertação e preservação do espírito contra o perigo de maiores males, no próprio caminho, a fim de que se confie à construção da própria felicidade nos domínios do bem, elevando-se a passos mais altos de evolução.
*
          O Espiritismo tem por missão fundamental, entre os homens, a reforma interior de cada um, fornecendo explicações ao porquê dos destinos, razão pela qual muitos conceitos usuais são por ele restaurados ou corrigidos, para que se faça luz nas consciências e consolo nos corações. Assim como o Cristo não veio destruir a Lei, porém cumprí-la, a Doutrina Espírita não veio desdizer os ensinos do Senhor, mas desenvolvê-los, completá-los e explicá-los “em termos claros e para toda a gente, quando foram ditos sob formas alegóricas”.
          A rigor, a verdade pode caminhar distante da palavra com que aspiramos a traduzi-la.
          Renove, pois, as expressões do seu pensamento e a vida renovar-se-lhe-á inteiramente, nas fainas de cada hora."
 
 
(André Luiz, na obra"O Espírito da Verdade", Autores Diversos/Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira)

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

"VOZES DO EVANGELHO"


        "Destaque o lado bom dos seres e das coisas.
        “Examine tudo e retenha o melhor.”
*
        Não valorize o erro.
        “Vença o mal com o bem.”
*
        Auxilie sem exigência.
        “Perdoe setenta vezes sete vezes.”
*
        Fuja à impertinência.
        “Não se queixem uns contra os outros, para que não sejam condenados.”
*
        Não se irrite.
        “Faça todas as coisas sem murmurações nem contendas.”
*
        Não se imponha.
        “Os discípulos do Senhor se conhecem por muito se amarem.”
*
        Não pressione a ninguém.
        “Atende bem para a lei da liberdade.”
*
        Olvide a falta alheia.
        “Lance mão do arado sem olhar para trás.”
*
        Renuncie em silêncio.
        “O cristão existe para servir e não para ser servido.”
*
        Use a bondade incansável.
        “Todas as suas ações sejam feitas com caridade.”


(André Luiz, em “O Espírito da Verdade”, Autores/Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira)

terça-feira, 3 de novembro de 2015

"TEMOS O QUE DAMOS"



       "Podes guardar o pão para muitos dias, ainda que o excesso de tua casa signifique ausência do essencial entre os próprios vizinhos; todavia, quanto puderes, alonga a migalha de alimento aos que fitam debalde o fogão sem lume.
       Podes conservar armários repletos de veste inútil, ainda que a traça concorra contigo à posse do pano devido aos que se cobrem de andrajos; no entanto, sempre que possas, cede a migalha de roupa ao companheiro que sente frio.
       Podes trazer bolsa farta, ainda que o dinheiro supérfluo te imponha problemas e inquietações; contudo, quanto puderes, oferece a migalha de recurso aos irmãos em necessidade.
       Podes alinhar perfumes e adornos para uso à vontade, ainda que pagues caro a hora do abuso, mas, sempre que possas, estende a migalha de remédio aos doentes em abandono.
       Um dia, que será noite em teus olhos, deixarás pratos cheios e móveis abarrotados, cofres e enfeites, para a travessia da grande sombra; entretanto, não viajarás de todo nas trevas, porque as migalhas de amor que tiveres distribuído estarão multiplicadas em tuas mãos como bênçãos de luz."

(“O Espírito da Verdade”, Meimei/Francisco Cândido Xavier)