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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

"DELINQUÊNCIA"

       "Examinando de frente os erros e deficiências que ainda nos caracterizam a tela social no caminho humano, o delinquente confesso é, quase sempre, o fruto envenenado que inadvertidamente ajudamos a surgir e amadurecer, na plantação de nossos próprios desajustes.
          Antes de sentenciá-lo a penas de efeitos imprevisíveis, deixa que a compaixão te inspire o juízo inseguro, para que te não falte a bênção da piedade no dia em que a sombra te venha bater à porta.
          Lembra-te de que, diante da Lei, a criminalidade não é apenas aquela que comparece à barra dos tribunais que o mundo improvisa...
          Recorda, quantas vezes, aniquilamos a esperança do companheiro com a palavra insensata.
          Em quantas ocasiões teremos eliminado a lavoura promissora da fé no espírito dos semelhantes com a lâmina dos maus exemplos.
          Rememora as múltiplas estradas em que a alegria dos outros terá desaparecido ao contacto dos raios destruidores de nossa intemperança mental.
          Não olvides o furto impensado que em muitas circunstâncias impomos a quem trabalha na fraternidade e na paz, subtraindo-lhe o tempo.
          Relaciona o roubo da tranquilidade e do pão que infligimos a todos os que nos sofrem a pressão do egoísmo e não te esqueças da lama invisível que, em tantas ocasiões, arremessamos, inconscientes e irresponsáveis, ao
nome alheio, quando aderimos sem perceber ao propósito escuso de quantos navegam na corrente lodosa de que se derramam injúria e maledicência.
          Diante do irmão que a penitenciária corrige ou que o cárcere acolhe, meditemos na Misericórdia Divina que nos impediu a delinquência direta, sempre viva em potencial nas nossas emoções enfermiças e, em testemunho de gratidão e de entendimento, sejamos para o amigo na prova do reajuste, o cirineu que ajuda e compreende, para que sejamos, em verdade, com a lição de Jesus."

("Escrínio de Luz", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

"PEDI E OBTEREIS"

        "Quem pede a riqueza material e não se previne contra as tentações da ociosidade e do egoísmo, certamente obtém a fortuna, de mistura com amargas provações.
       Quem pede a beleza física e não trabalha contra a vaidade, costuma receber a graça do equilíbrio orgânico em associação com dolorosas inquietudes.
       Quem roga o bastão da autoridade e não se imuniza contra o vírus da tirania e da violência, sem dúvida guardará o poder humano, entre nuvens de maldição e de sofrimento.
       Quem solicita os favores da inteligência e não se esforça por destruir em si mesmo os germes do orgulho, adquire os talentos da intelectualidade revestidos das grandes ilusões, que arrojam a alma invigilante nos despenhadeiros do remorso tardio.
       Não é a riqueza material que fere os interesses do Espírito e sim o mau uso que fazemos dela.
       Não é a forma aprimorada que perturba a consciência e sim a nosso atitude condenável, na mobilização dos favores da vida.
       Não é o poder que humilha a alma e sim a nossa conduta menos digna dentro das aplicações dos recursos que lhe dizem respeito.
       Não é a inteligência que nos projeta ao abismo do infortúnio e sim a nossa diretriz reprovável nos abusos do raciocínio.
       “Pedi e obtereis”. — ensinou o Mestre.
       Depende de nossa solicitação a resposta do bem ou do mal.
       Tudo é bom para quem cultiva a bondade, tudo é puro para quem guarda a pureza do coração.
       Quem se ilumina, jamais luta com as trevas que lhe fogem à presença brilhante.
       Sirvamos, pois, a Deus, onde estivermos, procurando com o serviço incessante do bem descobrir-lhe a Divina Vontade, de modo a cumpri-la hoje, aqui e agora, em favor de nossa própria felicidade."

(“Escrínio de Luz”, Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

"PEDI E OBTEREIS"

"Quem pede a riqueza material e não se previne contra as tentações da ociosidade e do egoísmo, certamente obtém a fortuna, de mistura com amargas provações.

Quem pede a beleza física e não trabalha contra a vaidade, costuma receber a graça do equilíbrio orgânico em associação com dolorosas inquietudes.

Quem roga o bastão da autoridade e não se imuniza contra o vírus da tirania e da violência, sem dúvida guardará o poder humano, entre nuvens de maldição e de sofrimento.

Quem solicita os favores da inteligência e não se esforça por destruir em si mesmo os germes do orgulho, adquire os talentos da intelectualidade revestidos das grandes ilusões, que arrojam a alma invigilante nos despenhadeiros do remorso tardio.

Não é a riqueza material que fere os interesses do Espírito e sim o mau uso que fazemos dela.

Não é a forma aprimorada que perturba a consciência e sim a nosso atitude condenável, na mobilização dos favores da vida.

Não é o poder que humilha a alma e sim a nossa conduta menos digna dentro das aplicações dos recursos que lhe dizem respeito.

Não é a inteligência que nos projeta ao abismo do infortúnio e sim a nossa diretriz reprovável nos abusos do raciocínio.

“Pedi e obtereis”. — ensinou o Mestre.

Depende de nossa solicitação a resposta do bem ou do mal.

Tudo é bom para quem cultiva a bondade, tudo é puro para quem guarda a pureza do coração.

Quem se ilumina, jamais luta com as trevas que lhe fogem à presença brilhante.

Sirvamos, pois, a Deus, onde estivermos, procurando com o serviço incessante do bem descobrir-lhe a Divina Vontade, de modo a cumpri-la hoje, aqui e agora, em favor de nossa própria felicidade."

(“Escrínio de Luz”, Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

domingo, 30 de junho de 2013

"PEDI E OBTEREIS"

        "Quem pede a riqueza material e não se previne contra as tentações da ociosidade e do egoísmo, certamente obtém a fortuna, de mistura com amargas provações.
       Quem pede a beleza física e não trabalha contra a vaidade, costuma receber a graça do equilíbrio orgânico em associação com dolorosas inquietudes.
       Quem roga o bastão da autoridade e não se imuniza contra o vírus da tirania e da violência, sem dúvida guardará o poder humano, entre nuvens de maldição e de sofrimento.
       Quem solicita os favores da inteligência e não se esforça por destruir em si mesmo os germes do orgulho, adquire os talentos da intelectualidade revestidos das grandes ilusões, que arrojam a alma invigilante nos despenhadeiros do remorso tardio.
       Não é a riqueza material que fere os interesses do Espírito e sim o mau uso que fazemos dela.
       Não é a forma aprimorada que perturba a consciência e sim a nosso atitude condenável, na mobilização dos favores da vida.
       Não é o poder que humilha a alma e sim a nossa conduta menos digna dentro das aplicações dos recursos que lhe dizem respeito.
       Não é a inteligência que nos projeta ao abismo do infortúnio e sim a nossa diretriz reprovável nos abusos do raciocínio.
       “Pedi e obtereis”. — ensinou o Mestre.
       Depende de nossa solicitação a resposta do bem ou do mal.
       Tudo é bom para quem cultiva a bondade, tudo é puro para quem guarda a pureza do coração.
       Quem se ilumina, jamais luta com as trevas que lhe fogem à presença brilhante.
       Sirvamos, pois, a Deus, onde estivermos, procurando com o serviço incessante do bem descobrir-lhe a Divina Vontade, de modo a cumpri-la hoje, aqui e agora, em favor de nossa própria felicidade."
(“Escrínio de Luz”, Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

domingo, 11 de novembro de 2012

"PEDI E OBTEREIS"


        "Quem pede a riqueza material e não se previne contra as tentações da ociosidade e do egoísmo, certamente obtém a fortuna, de mistura com amargas provações.
       Quem pede a beleza física e não trabalha contra a vaidade, costuma receber a graça do equilíbrio orgânico em associação com dolorosas inquietudes.
       Quem roga o bastão da autoridade e não se imuniza contra o vírus da tirania e da violência, sem dúvida guardará o poder humano, entre nuvens de maldição e de sofrimento.
       Quem solicita os favores da inteligência e não se esforça por destruir em si mesmo os germes do orgulho, adquire os talentos da intelectualidade revestidos das grandes ilusões, que arrojam a alma invigilante nos despenhadeiros do remorso tardio.
       Não é a riqueza material que fere os interesses do Espírito e sim o mau uso que fazemos dela.
       Não é a forma aprimorada que perturba a consciência e sim a nosso atitude condenável, na mobilização dos favores da vida.
       Não é o poder que humilha a alma e sim a nossa conduta menos digna dentro das aplicações dos recursos que lhe dizem respeito.
       Não é a inteligência que nos projeta ao abismo do infortúnio e sim a nossa diretriz reprovável nos abusos do raciocínio.
       “Pedi e obtereis”. — ensinou o Mestre.
       Depende de nossa solicitação a resposta do bem ou do mal.
       Tudo é bom para quem cultiva a bondade, tudo é puro para quem guarda a pureza do coração.
       Quem se ilumina, jamais luta com as trevas que lhe fogem à presença brilhante.
       Sirvamos, pois, a Deus, onde estivermos, procurando com o serviço incessante do bem descobrir-lhe a Divina Vontade, de modo a cumpri-la hoje, aqui e agora, em favor de nossa própria felicidade."
(“Escrínio de Luz”, Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

sábado, 28 de julho de 2012

"ANTE O SOL ETERNO"


“Vim trazer fogo à Terra” – disse-nos o Senhor.

Semelhantes palavras do Divino Mestre podem induzir o discípulo invigilante aos mais
estranhos pensamentos.
É preciso, porém, exumar o espírito da letra, na alimentação de nossas almas, tanto
quanto, no fruto, para o serviço da refeição, liberamos a polpa do envoltório que a
constringe.
Jesus não se propunha ombrear com o petroleiro comum, intérprete da indisciplina e do
desespero.
Cristo trazia-nos calor ao espírito enregelado na indiferença e no vício de séculos
incessantes...
Chama viva para extinguir as trevas de nosso passado obscuro e delituoso, lume para
clarear a senda que nos cabe trilhar nos sacrifícios do presente, a caminho do grande
porvir que a vida nos reserva...
Flama de brio restaurador com que nos cabe atender aos compromissos esposados no
esforço regenerativo e braseiro rubro de responsabilidade, que, situado no campo de
nossa consciência, impeça a germinação ou o crescimento do joio venenoso da crueldade
e do ódio...
Labareda de fé renovadora, suscetível de purificar-nos o sentimento e soerguê-lo à
prática da caridade genuína, e pira ardente de amor que nos aprume a alma arrojada ao
pó de velhas desilusões, a fim de que possamos penetrar, como filhos de Deus, o
santuário de nossa sublimação para a divina imortalidade...
Se ouviste, pois, a palavra de Jesus, decerto conduzes contigo não mais o frio do
desânimo ou a paralisia da ociosidade e da queixa, porque terás inflamado o próprio
coração, ao sol glorioso da compreensão e do trabalho incessantes, única força capaz de
levantar-nos, enfim, do antigo vale de negação e da morte."
***
C. Dossi, em “Note Azzurre 4.265”: El último peldaño de adversa fortuna es el primero denla próspera. - O derradeiro degrau da escada da desgraça, pode ser o primeiro da
felicidade."


("Escrínio de Luz", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)