"No teu círculo de amigos não faltam aqueles que cultivam a violência, a arrogância, o espírito perturbador...
Bulhentos, irrequietos, gostam de promover desordens, sempre armados contra tudo e todos.
Cuidado com eles!
Aconselham a anarquia, estimulam as arruaças, encorajam a malquerença.
Não te inspires na sua poluição mental, responsável pelo seu comportamento alienado.
Trata-os com gentileza, no entanto, poupa-te à sua convivência malfazeja.
Eles são cansativos pela instabilidade e exaurem aqueles que os cercam, em razão da agressividade em que se debatem.
Há quem aconselhe revide a qualquer ofensa; reproche a toda insinuação; respostas ácidas às provocações...
O fogo não se acaba, quando se lhe atira combustível.
Assim também acontece com o mal.
A única alternativa é a que decorre da ação do bem, que apaga as labaredas da violência e estabelece a paz na qual o progresso se firma.
És instrumento da vida, para a tua e a felicidade geral.
Esparze alegria, sem fomentar o pandemônio.
Irradia dignidade, sem carantonha ou simulação sisuda.
Favorece a paz, sem pieguismo ou receio da perturbação.
Tua realidade íntima, tua forma de vida pessoal.
Vive em paz, e apazigua todos quantos se acerquem de ti."
("Joanna de Ângelis/Divaldo Franco)
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
"NAS ESTRADAS"
“E os que estão junto do caminho são aqueles em quem
a palavra é semeada; mas, tendo-a eles ouvido, vem logo
Satanás e tira a palavra que neles foi semeada.” –
Jesus. (Marcos, 4:15.)
a palavra é semeada; mas, tendo-a eles ouvido, vem logo
Satanás e tira a palavra que neles foi semeada.” –
Jesus. (Marcos, 4:15.)
"Jesus é o nosso caminho permanente para o Divino Amor.
Junto dele seguem, esperançosos, todos os espíritos de boavontade, aderentes sinceros ao roteiro santificador.
Dessa via bendita e eterna procedem as sementes da Luz Celestial para os homens comuns.
Faz-se imprescindível muita observação das criaturas, para que o tesouro não lhes passe despercebido.
A semente santificante virá sempre, entre as mais variadas circunstâncias.
Qual ocorre ao vento generoso que espalha, entre as plantas,os princípios de vida, espontaneamente, a bondade invisível distribui
com todos os corações a oportunidade de acesso à senda do amor.
Quase sempre a centelha divina aparece nos acontecimentos vulgares de cada dia, num livro, numa particularidade insignificante
do trabalho, na prestimosa observação de um amigo.
Se o terreno de teu coração vive ocupado por ervas daninhas e se já recebeste o princípio celeste, cultiva-o, com devotamento,abrigando-o nas leiras de tua alma. O verbo humano pode falhar, mas a Palavra do Senhor é imperecível. Aceita-a e cumpre-a,porque, se te furtas ao imperativo da vida eterna, cedo ou tarde o
anjo da angústia te visitará o espírito, indicando-te novos rumos."
("Pão Nosso", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
"TRANQUILIZANTE"
"Não são os problemas da vida em si que nos agravam a tensão nervosa... São as questões-satélites que nascem de nossas dificuldades para aceitá-los.
Quantas vezes, pervagamos na Terra, sofrendo emoções desequilibradas, diante de companheiros queridos que não desejam, por agora, o nosso modo de ser? E em quantas outras nos atormentamos inutilmente, perante obstáculos complexos que claramente não nos será possível liquidar em apenas um dia?
Entretanto, observemos:
- enfermidades aparecerão sempre no mundo, pedindo tratamento e não inconformidade para as melhoras precisas;
- entes amados em luta são telas de rotina, solicitando entendimento e não atitudes condenatórias para alcançarem o reequilíbrio;
- erros nossos e faltas alheias fazem parte do nosso aprendizado na escola da experiência, exigindo calma e não censura para serem retificados;
- tentações são inevitáveis, em todos os sentidos, nos climas de atividade indispensáveis à nossa formação de resistência, reclamando serenidade e não agitação para serem extintas.
Em todas as situações aflitivas, use a prece como sendo o nosso melhor tranquilizante no campo do espírito.
E quando problemas apareçam, não se deixe arrastar nas labaredas da angústia.
Você pode ficar em paz.
Para isso, basta que você trabalhe e deixe Deus decidir."
("Busca e Acharás", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)
Quantas vezes, pervagamos na Terra, sofrendo emoções desequilibradas, diante de companheiros queridos que não desejam, por agora, o nosso modo de ser? E em quantas outras nos atormentamos inutilmente, perante obstáculos complexos que claramente não nos será possível liquidar em apenas um dia?
Entretanto, observemos:
- enfermidades aparecerão sempre no mundo, pedindo tratamento e não inconformidade para as melhoras precisas;
- entes amados em luta são telas de rotina, solicitando entendimento e não atitudes condenatórias para alcançarem o reequilíbrio;
- erros nossos e faltas alheias fazem parte do nosso aprendizado na escola da experiência, exigindo calma e não censura para serem retificados;
- tentações são inevitáveis, em todos os sentidos, nos climas de atividade indispensáveis à nossa formação de resistência, reclamando serenidade e não agitação para serem extintas.
Em todas as situações aflitivas, use a prece como sendo o nosso melhor tranquilizante no campo do espírito.
E quando problemas apareçam, não se deixe arrastar nas labaredas da angústia.
Você pode ficar em paz.
Para isso, basta que você trabalhe e deixe Deus decidir."
("Busca e Acharás", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)
domingo, 11 de setembro de 2011
"Ainda que a prova te pareça invencível..."
"Ainda que a prova te pareça invencível ou que a dor se te afigure insuperável, não te retires da posição de lidador, em que a Providência Divina te colocou.
Recorda que amanhã o dia voltará ao teu campo de trabalho.
Permanece firme, no teu setor de serviço, educando o pensamento na aceitação da Vontade de Deus."
("Fonte Viva", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)
sábado, 10 de setembro de 2011
"MENSAGEM ÀS MÃES"
"Dirijo-me, hoje, às mães cujos filhos, ainda pequenos ou adolescentes, requerem cuidados especiais na sua formação moral.
Nenhuma distinção faço quanto à posição social ou intelectual; dirijo-me a todas que têm a difícil e espinhosa missão de ser mãe.
Missão árdua e nobre, se bem vivida.
Duro é reconhecer que muitas mulheres não compreenderam ainda a importância com que a natureza as distinguiu e o mundo as consagra.
Há mães que se convenceram de que têm bonecos em seus braços, com os quais devem brincar, dar carinhos e atenções descabidas. Tardiamente percebem que criaram adversários ou seres débeis, incapazes para enfrentar a vida.
A mulher mãe deve esforçar-se para ver nos filhos seres humanos com missão no mundo, cada um com incumbências diferentes, e encaminhá-los dignamente para que vejam facilitado o trabalho que vieram realizar. Facilitar, no caso, não é superprotegê-los e resguardá-los de tudo como se devessem viver em redoma. Ao contrário, é procurar descobrir-lhes as tendências e ajudá-los a se definirem sem influências ou imposições que anulem o que eles são.
Cada um traz um impulso realizador, um tipo de experiência a desenvolver e se as mães os conservarem adormecidos no colo, como bebês, por certo se transformarão em monstros, crescidos por fora e pigmeus por dentro.
A mãe, no desempenho de sua tarefa, deverá conhecer desprendimento e renúncia, não a renúncia sentimental, sofrer para não ver os filhos sofrerem, tirar de si para beneficiá-los. Isto, como todos os extremos, é improdutivo.
A mãe, transformada em vítima, é um ser incompleto e não será amada como deveria ser.
A renúncia a que me refiro é justamente ao contrário.
Toda mãe comum é capaz de viver a renúncia infrutífera. Mas é na silente renúncia, até às lágrimas e o despedaçar da alma para dar exemplo de coragem e desprendimento aos filhos, que reside a grandeza da missão materna.
As mães construtivas precisam legar-lhes o amor feito de nobreza, destemor e compreensão, guiando-os e orientando seus valores sem manifestações de sentimentalismo e fraqueza de caráter.
A criança absorve tudo que vê e ouve. É uma antena bem posta, capaz de captar e conservar consigo a onda mais longínqua, para, no futuro, refletir o que lhe ficou impresso.
Preparem-se as jovens mães que ainda têm a seus cuidados filhos pequenos ou adolescentes para que no futuro não chorem sua própria falência e a de seus filhos.
Que se valham do momento para começar sua reforma interior, combatendo os defeitos de educação que receberam. Que refaçam os padrões da sua vida emocional, elevando seu nível de condutoras de almas e representantes da mãe puríssima - Maria - a divina mãe.
Por elas passa toda a humanidade e são elas que têm a incumbência, não só de trazer no seio o ser que vai desabrochar, mas de abrir-lhe os olhos da alma e mostrar-lhe o mundo, no que ele tem de belo e grandioso.
Que não se abatam diante das dificuldades que a vida oferecer, não esquecendo de que seu exemplo é a base onde se firmarão os edifícios que são seus filhos. Se o alicerce é fraco, o edifício ruirá.
Mães! Eis um brado de alerta. Já não é possível vossa complacência. A evolução prossegue sua rota e vós sois suas coadjutoras. Os homens públicos, os reis e os papas são gerados, embalados e orientados por vós.
Vossa galardão será grande se colaborardes ativa e conscientemente na evolução daqueles que no passado, no presente e no futuro atravessarem a porta que dá acesso à vida, através de vós.
Que o Senhor dos mundos vos ilumine, para que possais proceder como verdadeiras mães que vêem nos seus filhos os filhos do mundo, feitos para sua grandeza e felicidade.
Paz e amor."
Nenhuma distinção faço quanto à posição social ou intelectual; dirijo-me a todas que têm a difícil e espinhosa missão de ser mãe.
Missão árdua e nobre, se bem vivida.
Duro é reconhecer que muitas mulheres não compreenderam ainda a importância com que a natureza as distinguiu e o mundo as consagra.
Há mães que se convenceram de que têm bonecos em seus braços, com os quais devem brincar, dar carinhos e atenções descabidas. Tardiamente percebem que criaram adversários ou seres débeis, incapazes para enfrentar a vida.
A mulher mãe deve esforçar-se para ver nos filhos seres humanos com missão no mundo, cada um com incumbências diferentes, e encaminhá-los dignamente para que vejam facilitado o trabalho que vieram realizar. Facilitar, no caso, não é superprotegê-los e resguardá-los de tudo como se devessem viver em redoma. Ao contrário, é procurar descobrir-lhes as tendências e ajudá-los a se definirem sem influências ou imposições que anulem o que eles são.
Cada um traz um impulso realizador, um tipo de experiência a desenvolver e se as mães os conservarem adormecidos no colo, como bebês, por certo se transformarão em monstros, crescidos por fora e pigmeus por dentro.
A mãe, no desempenho de sua tarefa, deverá conhecer desprendimento e renúncia, não a renúncia sentimental, sofrer para não ver os filhos sofrerem, tirar de si para beneficiá-los. Isto, como todos os extremos, é improdutivo.
A mãe, transformada em vítima, é um ser incompleto e não será amada como deveria ser.
A renúncia a que me refiro é justamente ao contrário.
Toda mãe comum é capaz de viver a renúncia infrutífera. Mas é na silente renúncia, até às lágrimas e o despedaçar da alma para dar exemplo de coragem e desprendimento aos filhos, que reside a grandeza da missão materna.
As mães construtivas precisam legar-lhes o amor feito de nobreza, destemor e compreensão, guiando-os e orientando seus valores sem manifestações de sentimentalismo e fraqueza de caráter.
A criança absorve tudo que vê e ouve. É uma antena bem posta, capaz de captar e conservar consigo a onda mais longínqua, para, no futuro, refletir o que lhe ficou impresso.
Preparem-se as jovens mães que ainda têm a seus cuidados filhos pequenos ou adolescentes para que no futuro não chorem sua própria falência e a de seus filhos.
Que se valham do momento para começar sua reforma interior, combatendo os defeitos de educação que receberam. Que refaçam os padrões da sua vida emocional, elevando seu nível de condutoras de almas e representantes da mãe puríssima - Maria - a divina mãe.
Por elas passa toda a humanidade e são elas que têm a incumbência, não só de trazer no seio o ser que vai desabrochar, mas de abrir-lhe os olhos da alma e mostrar-lhe o mundo, no que ele tem de belo e grandioso.
Que não se abatam diante das dificuldades que a vida oferecer, não esquecendo de que seu exemplo é a base onde se firmarão os edifícios que são seus filhos. Se o alicerce é fraco, o edifício ruirá.
Mães! Eis um brado de alerta. Já não é possível vossa complacência. A evolução prossegue sua rota e vós sois suas coadjutoras. Os homens públicos, os reis e os papas são gerados, embalados e orientados por vós.
Vossa galardão será grande se colaborardes ativa e conscientemente na evolução daqueles que no passado, no presente e no futuro atravessarem a porta que dá acesso à vida, através de vós.
Que o Senhor dos mundos vos ilumine, para que possais proceder como verdadeiras mães que vêem nos seus filhos os filhos do mundo, feitos para sua grandeza e felicidade.
Paz e amor."
("Vem.!...", Cenyra Pinto)
"Cartas de uma morta"
"(...)Após adaptar-me mais ou menos a essa nova vida, ocorreu-me como vos poderia rever e solicitei de um instrutor informação a respeito.
- Sabes em que direção está a Terra? – perguntou ele com bondade.
Diante da minha natural ignorância, apontou-me com a destra um ponto obscuro que se perdia na imensidade, recomendando fitá-lo atentamente. Afigurou-se-me vê-lo crescer dentro de um turbilhão de sirocos indescritíveis. Parecia-me contemplar a impetuosidade de um furação a envolver grande massa compacta de cinzas enegrecidas.
Tomada de inusitado receio, desviei o olhar; porém, o meu solítico guia exclamou, com brandura:
- Lá está a Terra com os seus contrastes destruidores; os ventos da iniquidade varrem-na de polo a polo, entre os brados angustiosos dos seres que se debatem na aflição e no morticínio. O que viste é o efeito das vibrações antagônicas, emitidas pela humanidade atormentada nas calamidades da guerra. Lá alimentam-se as almas com a substância amargosa das dores e sobre a sua superfície a vida é o direito do mais forte. Triste existência a dessas criaturas que se trucidam mutuamente para viver.
São comuns, ali, as chacinas, a fome, as epidemias, a viuvez, a orfandade que aqui não conhecemos... Obscuro planeta de exílio e de sombra! Entretanto, no Universo, poucos lugares abrigarão tanto orgulho e tanto egoísmo! Por tal motivo é que esse mundo necessita de golpes violentos e rudes.
Busca ver naquelas regiões ensanguentadas o local em que estiveste. Pensa nos que lá deixaste, cheios de amargurosa saudade! Deus permite e eu te auxilio.
(...)
Delineei, então, na mente, tudo quanto se relacionava com a minha derradeira existência. Primeiramente, vi-me à margem de uma encantadora paisagem marítima avistando um caminho longo, através do qual fui impelida a seguir.
Sentia-me na posse das faculdades volitivas, que obtivera com o meu desprendimento da vida carnal, e, numa fração infinitésima de tempo, estava ao vosso lado.
Ah! Como vos abracei a todos, emocionada e recolhida! Como achei pequenino o nosso antigo lar e como me penalizou o quadro das vossas dores e dificuldades!
Chorei amargamente vendo a miséria do mundo que vos compele ao sofrimento e a uma batalha sem tréguas!...
Então misturei, com a prece dos encarnados, sofredores e aflitos, a oração de minha alma amedrontada, rogando ao Pai Celestial que vos fortificasse na luta redentora, onde, ao lado dos inúmeros prantos e das alegrias mascaradas, esvoaça o bando das mil tentações que assediam os espíritos no ambiente obscuro da vida carnal, obrigando-os ao esquecimento de seus deveres e de suas austeras obrigações morais."
("Cartas de Uma Morta", Maria João de Deus/Francisco Cândido Xavier)
"O homem..."
"(...)O homem lúcido entende a finalidade para a qual foi criado por Deus e vê, ouve e vive obedecendo aos padrões exarados pelas Leis que regem a Vida.
Proporciona os meios para que os fenômenos aconteçam — efeitos naturais das suas ações postas a serviço dos programas divinos.
É estável, porque sabe que somente lhe acontece o que se lhe torna de melhor, daí retirando a boa parte, aquela que o ajuda em qualquer ocorrência.
Crê e ama sem receio, porque a sua é uma vida fecunda.
O homem comum vive embriagado ou aturdido, ansioso ou desiludido.
O homem consciente movimenta-se em paz.
Pilatos, na horizontal do poder, lavou as mãos quanto ao destino do Justo.
Jesus, na vertical da verdade, sem nenhuma queixa submeteu-se. Erguendo-se na cruz, permanece como exemplo fecundo de união com Deus, na conquista total da Vida.(...)"
("Momentos de Meditação", Joanna de Ângelis/Divaldo Franco)
Proporciona os meios para que os fenômenos aconteçam — efeitos naturais das suas ações postas a serviço dos programas divinos.
É estável, porque sabe que somente lhe acontece o que se lhe torna de melhor, daí retirando a boa parte, aquela que o ajuda em qualquer ocorrência.
Crê e ama sem receio, porque a sua é uma vida fecunda.
O homem comum vive embriagado ou aturdido, ansioso ou desiludido.
O homem consciente movimenta-se em paz.
Pilatos, na horizontal do poder, lavou as mãos quanto ao destino do Justo.
Jesus, na vertical da verdade, sem nenhuma queixa submeteu-se. Erguendo-se na cruz, permanece como exemplo fecundo de união com Deus, na conquista total da Vida.(...)"
("Momentos de Meditação", Joanna de Ângelis/Divaldo Franco)
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