sábado, 4 de janeiro de 2014

"FARDO"

"Não há ninguém sem um fardo para carregar.

O parente difícil, o filho-problema, o amigo inconstante,
o cônjuge irresponsável...

Se há quem nos seja um fardo, é possível que igualmente sejamos um fardo para alguém.

Em todo grupo familiar há sempre um ou outro espírito recalcitrante, ali colocado pelas Leis da Vida para a imprescindível permuta de experiências.

Quem tem mais é chamado a dar a quem tem menos.

A pessoa difícil com a qual convivemos é sempre um examinador às avessas na aferição de nossos reais valores.

Todo fardo carregado com amor pode se transformar em escora, impedindo a queda de quem o sustenta.

Não maldigamos o fardo de nossas penosas obrigações cotidianas, convictos de que é justamente ele o instrumento de nosso aperfeiçoamento.

Ninguém irá a parte alguma abandonando o seu fardo à margem da estrada.

Todo débito, cuja quitação se adia, deverá, mais tarde, ser saldado com juros.


Meditemos nestas palavras inseridas em "O Evangelho Segundo o Espiritismo": "Todos aqueles que carregam o seu fardo e assistem seus irmãos são os meus bem-amados"."
("Lições da Vida", Irmão José/Carlos A. Baccelli)

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

"Segue e confia em Deus..."




"Segue e confia em Deus.
Deus te orientará."
("Assim Vencerás, Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

"O próximo..."




"O próximo, em cada minuto, é aquele coração que se acha mais próximo do nosso, por divina sugestão de amor no caminho da vida."
("Assim vencerás", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

"DESCANSO"

"Tempo de provocação
Recorda sombra espessa.
Entretanto, não temas,
Pensa em Deus e confia.
Trovões ameaçadores
Podem rugir a noite.
Forças da tempestade
Atritarão nos Céus...
Mas Deus vela e te guarda.
Descansa na oração.
O fim de cada noite
É sempre o amanhecer."

("Deus Sempre", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

"DEFESA"

"Se a provocação te busca,
Não desamines, Segue...
O dever a cumprir
É refúgio a guardar-te.
No calor do serviço
A sombra se desfaz.
O buril contra a pedra
É a força que a promove.
A dor aproveitada
É sempre amparo oculto.
Sofre com paciência,
Deus te oferta o melhor."
("Deus sempre", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

"Amemos aos nossos espíritos familiares..."

"Amemos aos nossos espíritos familiares e agradeçamos a devoção afetiva com que nos acompanham.
Não nos esqueçamos, porém, de que eles e nós possuímos no Cristo o nosso padrão de luta e se ao nosso Divino Mestre foi reservada a cruz por recurso supremo à celeste ressurreição, estejamos valorosos no aprendizado renovador, abraçando no sofrimento e no serviço incessante os nossos reais instrutores, no caminho para a conquista da Vida Maior."
("Canais da vida", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

"CORRIGIR"

Questão Nr. 822 de “O Livro dos Espíritos.”

       "Toda corrigenda, antes que se exprima em palavras, há de vazar-se em amor para que a vida se eleve.
       Senão vejamos, em comezinhos incidentes da Natureza.
       Não amaldiçoarás a gleba que o deserto alcançou, mas oferecer-lhe-ás a graça da fonte para que retorne aos talentos da produção.
       Não condenarás o pântano em que a lama se acumulou, provocando a inutilidade, mas drenar-lhe-ás o leito de lodo, a fim de que se restaure em leira fecunda.
       Não reprovarás simplesmente a veste que os detritos desfiguraram, mas mergulhá-la-ás na água pura, recompondo-lhe a forma para a bênção da serventia.
       Não martelarás indiscriminadamente a máquina, cuja engrenagem se nega à função devida, e sim lhe examinarás, com atenção, os implementos defeituosos, de modo a recuperá-la para o justo exercício.
       Não derrubarás a plantação nascente que a praga invadiu, mas mobilizarás carinho e cuidado para libertá-la do elemento destruidor, propiciando-lhe recurso preciso ao refazimento.
       Não aniquilarás certa província corpórea, porque se mostre enfermiça, mas fornecer-lhe-ás adequado remédio, normalizando-lhe os movimentos.
       Repreensão sem paciência e esperança, ainda mesmo quando se fundamente em razões respeitáveis, é semelhante ao punhal de ouro fulgurando rara beleza, mas carreando consigo a visitação da morte.
       Corrigir é ensinar e ensinar será repetir a lição, com bondade e entendimento, tantas vezes quantas se    fizerem necessárias.
       Unge-te, pois, de compaixão, se desejas retificar e servir.
       Lembra-te de que o próprio Cristo, embora portador de sublimes revelações no tope do monte, antes de ministrar a Verdade à mente dos ouvintes sequiosos de luz, ao reparar-lhes a fome do corpo, deu-lhes, compassivo, um pedaço de pão."
(“Religião dos Espíritos”, Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)